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Breves Luxemburgo 11.01.2019

Prepare-se. Polícia vai fazer operações stop na próxima semana

A polícia luxemburguesa vai realizar operações de controlo dos automobilistas durante a próxima semana. Prepare os documentos.  

A polícia grã-ducal vai realizar operações stop entre 14 e 20 de janeiro em todas as categorias de veículos. O objetivo é sobretudo verificar os documentos das viaturas e dos automobilistas. As autoridades lembram condutores para terem na sua posse todos os documentos necessários e em dia caso sejam mandados parar. Entre eles, a carta de condução, o seguro automóvel, o certificado de registo e um comprovativo válido do imposto de circulação. Os oficiais da polícia relembram que vão também estar atentos ao estado das matrículas bem como ao respeito pelo ambeinte e pela tranquilidade pública.

Verifique os valores das multas em caso de infração: 

  • Ausência de carta de condução válida: 24 euros 
  • Ausência de carta de aprendiz: 24 euros 
  • Ausência do registo de seguro automóvel: 24 euros 
  • Ausência da vinheta de imposto de circulação válida: 74 euros
  • Matrícula em mau estado de leitura: 49 euros 
  • Uso de um veículo atrelado que não respeite a visibilidade do condutor ou do próprio veículo: 74 euros 





Breves Luxemburgo 21.05.2019

Luxemburgo mexe nos preços da gasolina

A partir desta quarta-feira, a gasolina de 95 octanas vai ficar mais cara, ao contrário da gasolina 98, cujo preço vai descer.

A gasolina de 95 octanas passará a custar 1,316 euros por litro (+0,031 euros/l). Já o preço da gasolina de 98 octanas vai fixar-se em 1,370 euros por litro (-0,006 euros/l).

Breves Luxemburgo 21.05.2019

Homem ameaça polícia com arma branca

O caso registou-se na noite passada durante uma intervenção motivada por moradores de um prédio residencial que se queixaram do barulho da vizinhança.

Já no local, a patrulha policial foi ameaçada, primeiro verbalmente, e mais tarde fisicamente, com o agressor a empunhar uma arma branca.

Os dois agentes chamaram reforço e com o apoio de mais agentes conseguiram imobilizar o homem.

O Ministério Público abriu uma investigação.

Breves Mundo 20.05.2019

Padre católico assassinado em casa no centro de Moçambique

Um padre católico de 47 anos foi assassinado em casa, no domingo, na cidade da Beira, divulgou hoje a polícia moçambicana.

Apesar de ainda ter sido transportado com vida para o hospital central da cidade, o sacerdote acabaria por sucumbir aos ferimentos na barriga e pescoço, suspeitando-se que os agressores também o tenham envenenado, acrescentou fonte policial.

Landry Ikwel foi promotor de ações de combate à corrupção no âmbito da Comunidade de Santo Egídio, instituição dedicada à caridade, evangelização e promoção da paz.

Breves Mundo 20.05.2019

FMI defende criação de reservas monetárias para responder aos impactos de calamidades em Moçambique

"É importante que o país crie reservas para poder ter independência e capacidade para fazer face a este tipo de choques", disse o representante do FMI em Moçambique, Ari Aisen, durante a apresentação do último relatório da instituição sobre as perspetivas económicas para África Subsaariana em 2019.

O último relatório do FMI prevê que o crescimento da economia moçambicana caia de 3,8% previstos para este ano para 1,8%, devido aos ciclones Idai e Kenneth, que devastaram o país em março e abril.

O setor da agricultura é apontado como um dos mais afetados, tendo sido registada a destruição de um total de 770.866 hectares de culturas diversas no centro e norte do país devido aos dois ciclones, segundo dados oficiais.

"A boa notícia é que nós achamos que teremos uma recuperação forte em 2020 devido as políticas que têm estado a ser implementadas na agricultura", afirmou Ari Aisen.

Apesar da redução "considerável" nas projeções económicas deste ano, em 2020 o FMI prevê que Moçambique atinja um crescimento de 6%.

Lusa

Breves Economia 2 min. 20.05.2019

Lucros da Ryanair caem a pique

A companhia aérea irlandesa 'low cost' Ryanair obteve lucros de 1.020 milhões de euros no último exercício fiscal (até 31 de março), menos 29% do que no ano anterior, foi hoje anunciado.

Os resultados estão "em linha" com as previsões da companhia aérea, explicou hoje num comunicado o CEO (Chief Executive Officer, presidente executivo), Michael O'Leary, sublinhando que as receitas adicionais, que incluem as vendas a bordo, taxas pagas por bagagem ou taxas pagas para embarque prioritário, aumentaram para 2.400 milhões de euros, mais 19% do que no exercício precedente.

O'Leary indicou que esta subida contribuiu para o aumento de 6% da faturação total, para 7.560 milhões de euros, enquanto o preço médio dos voos se situou em 37 euros, menos 6% do que no exercício precedente.

Estes fatores, adiantou O'Leary, favoreceram as vendas de bilhetes e aumentaram o tráfego anual de passageiros para um total de 139,1 milhões, mais 7%.

A companhia aérea precisou que os resultados não têm em conta as perdas de 139,5 milhões de euros da LaudaMotion, companhia fundada pelo ex-piloto austríaco de Fórmula 1 Niki Lauda e adquirida em julho último pela Ryanair.

"O crescimento na capacidade das rotas de curta distância e a ausência da Semana Santa no quarto trimestre provocou uma queda de 6% na tarifa aérea, estimulando um crescimento do tráfego de 7%", afirmou O'Leary.

Apesar da queda do lucro, a Ryanair confirmou que a assembleia-geral de acionista deu ‘luz verde’ para que avance no final desta semana um processo de recompra de ações avaliado em 700 milhões de euros.

O'Leary reafirmou que a companhia aérea mantém "total confiança" nos aviões Boeing 737-MAX, apesar de ter cancelado até ao próximo inverno a incorporação destes na frota, depois dos acidentes ocorridos este ano na Etiópia e na Indonésia.

"Continuamos a ter total confiança nestes aviões que oferecem mais 4% de assentos, são 16% mais eficientes com o combustível e geram menos 40% de ruído", indicou o CEO da Ryanair.

Em relação ao próximo exercício, O'Leary sublinhou que as previsões indicam que os lucros devem permanecer estáveis, ainda que isto dependa da ausência de "acontecimentos negativos" devido ao 'Brexit', a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).