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Pico de contágios no Luxemburgo deve ser atingido no início do mês de fevereiro
Luxemburgo 24.01.2022
Pandemia

Pico de contágios no Luxemburgo deve ser atingido no início do mês de fevereiro

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Pico de contágios no Luxemburgo deve ser atingido no início do mês de fevereiro

Luxemburgo 24.01.2022
Pandemia

Pico de contágios no Luxemburgo deve ser atingido no início do mês de fevereiro

Susy MARTINS
Susy MARTINS
A médio prazo, as projeções dos especialistas apontam para um aumento contínuo de novos casos nas próximas semanas, com um pico previsto de cerca de 2.000 casos por dia no início do próximo mês.

A situação pandémica no Luxemburgo continua a indicar um aumento de novos casos elevado. No entanto, a dinâmica é menos acentuada que nas semanas anteriores. Esta é a conclusão do último relatório da Task-Force Covid-19, publicado na sexta-feira.

A média de casos diários, na semana passada, era de 1.925 casos por dia, enquanto que na semana anterior era de 1.562 casos, ou seja, corresponde a um aumento de 23%. No entanto, analisando o aumento da semana anterior, este era ainda de 40%. 


Luxemburgo com mais duas mortes por covid-19 e 5.497 novos infetados registados no fim de semana
No que respeita aos internamentos, os números mantêm-se estáveis, com 71 pessoas hospitalizadas.

A médio prazo, as projeções dos especialistas apontam para um aumento contínuo de novos casos nas próximas semanas, com um pico previsto de cerca de 2.000 casos por dia no início do mês de fevereiro. Estas projeções não têm em conta o comportamento social, que poderá alterar os números estimados.

Devido à forte prevalência da variante Omicron, que é muito mais contagiosa que a variante Delta, a Task Force sublinha a importância de limitar as interações sociais e cumprir as medidas de higiene. No entanto, sublinha que as hospitalizações são menos frequentes. 

O risco de ser hospitalizado é 50% menos elevado com esta variante, chegando mesmo aos 70% para as hospitalizações nos cuidados intensivos. Estes dados fazem a comparação com a variante Delta. 

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O pior cenário possível, segundo os cientistas, é que as vacinas deixem de funcionar mais cedo do que o previsto, sobretudo se entretanto surgirem novas variantes. Atualmente, 100% dos casos no Luxemburgo devem-se à variante Delta.