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Petição quer autocarro direto entre gare e aeroporto
Luxemburgo 27.11.2020

Petição quer autocarro direto entre gare e aeroporto

Auch die Stadt Luxemburg wird sich beteiligen - das stellte Bürgermeisterin Lydie Polfer am Montagnachmittag klar.

Petição quer autocarro direto entre gare e aeroporto

Auch die Stadt Luxemburg wird sich beteiligen - das stellte Bürgermeisterin Lydie Polfer am Montagnachmittag klar.
Foto: Chris Karaba
Luxemburgo 27.11.2020

Petição quer autocarro direto entre gare e aeroporto

Diana ALVES
Diana ALVES
Paulo Jorge Santos Piçarra, autor de uma nova petição pública, defende que um autocarro direto entre a gare da cidade do Luxemburgo e o aeroporto do Findel seria mais rápido e cómodo do que o futuro elétrico.

O documento, que pode ser assinado desde hoje no site do Parlamento, reivindica a criação de uma linha direta de autocarro entre a estação central e o Findel, com, no máximo, duas paragens. Objetivo? Encurtar o trajeto entre aquelas duas estações de correspondência com outros transportes públicos e tornar esse percurso simples e rápido.

O autor da petição sublinha que, atualmente, as linhas de autocarro que ligam a gare ao Findel demoram cerca de 45 minutos para fazer um percurso de seis quilómetros, acrescentando que a linha 16 faz 13 paragens entre os dois términos, ao passo que a 29 faz 15.

Paulo Jorge Santos Piçarra considera que, mesmo com o elétrico a funcionar e a garantir essa ligação no futuro – algo previsto para o final de 2021 –, um autocarro expresso será mais rápido, já que o novo meio de transporte da capital deverá demorar também cerca de 40 minutos entre a gare e o Findel.

O autor da petição alerta que a criação de um autocarro direto entre aquelas duas estações encorajaria as pessoas que moram fora da capital a recorrer aos transportes públicos, já que atualmente utilizar os transportes acaba por ser um processo longo para quem vive fora da cidade.

A petição de Paulo Jorge Santos Piçarra pode ser assinada até ao dia 7 de janeiro de 2021. São precisos pelo menos 4.500 subscritores para que o tema seja debatido no Parlamento.  

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