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Pessoas marginalizadas com dificuldade no acesso à saúde
Luxemburgo 06.04.2018 Do nosso arquivo online

Pessoas marginalizadas com dificuldade no acesso à saúde

Pessoas marginalizadas com dificuldade no acesso à saúde

Foto: Lex Kleren
Luxemburgo 06.04.2018 Do nosso arquivo online

Pessoas marginalizadas com dificuldade no acesso à saúde

O Governo do Luxemburgo reconheceu que as pessoas marginalizadas no país têm mais dificuldades no acesso a cuidados de saúde.

Num comunicado conjunto, divulgado à margem do Dia Mundial da Saúde que se assinala sábado, a Direção da Cooperação para o Desenvolvimento e o Ministério da Saúde admitem que “o maior problema” ao nível do acesso universal aos serviços de saúde tem que ver com toxicodependentes, prostitutas e sem abrigo.

Em causa está o facto de se tratar, muitas vezes, de pessoas sem domicílio fixo, o que as torna “não elegíveis em matéria de seguro de doença”, explica o Executivo. São grupos considerados de risco com maiores probabilidades de contrair doenças contagiosas, daí a importância de terem acesso a cuidados de saúde, nomeadamente tratamentos antirretrovirais contra o VIH.

O Governo admite que é “primordial” que o sistema nacional de Saúde abranja estas pessoas em situação irregular, a viver com o vírus da sida ou a necessitar de tratamento.

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