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Paulette Lenert. Testes rápidos não são tão fiáveis como o esperado
Luxemburgo 25.02.2021

Paulette Lenert. Testes rápidos não são tão fiáveis como o esperado

Paulette Lenert. Testes rápidos não são tão fiáveis como o esperado

Foto: AFP
Luxemburgo 25.02.2021

Paulette Lenert. Testes rápidos não são tão fiáveis como o esperado

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O Ministério da Saúde está a examinar dois tipos de testes rápidos à covid-19, que as pessoas poderão realizar sem intervenção dos profissionais da saúde. Um deles através da saliva e o outro pelo nariz, e neste último a zaragatoa não precisa de ser introduzida tão profundamente e bem como dispensa o auxílio de um profissional de saúde.

Segundo as explicações avançadas esta quinta-feira pela ministra da Saúde, Paulette Lenert, as análises preliminares não são tão animadoras como o esperado. Lenert confirmou que os testes rápidos não são tão eficazes como o inicialmente esperado, no entanto acrescentou que o Ministério está em contacto com vários produtores de testes rápidos para arranjar uma solução.

Ainda esta semana o Diretor da Saúde, Jean-Claude Schmit, referiu em entrevista que a médio prazo estes testes poderão estar à venda nos supermercados, uma vez que têm a vantagem de serem de fácil manipulação, e dispensarem a intervenção de um profissional da saúde. O executivo pretende utilizar este tipo de testes, sobretudo nas escolas, em que os alunos poderão fazer o auto-teste à covid-19


Covid-19. Variante britânica é a que mais infeta no Luxemburgo
Nas 132 amostras sequenciadas pelo LNS em 57,6 % dos casos a infeção foi provocada pela estirpe descoberta em Inglaterra. A variante sul-africana do vírus causou oito infeções.

Na conferência de imprensa, Lenert também falou sobre o processo de vacinação do país, cuja segunda fase arranca em março. O Governo decidiu começar a vacinar mais rapidamente com a vacina AstraZeneca, uma vez que o período entre a primeira e a segunda dose é mais alargado. Na conferência de imprensa desta quinta-feira, a ministra da Saúde, Paulette Lenert, referiu que o Luxemburgo "está pronto a tomar um pequeno risco na estratégia de vacinação, ao não guardar todas as doses armazenadas para a segunda vacina".   

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