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Patrões da construção disponíveis para dar trabalho aos refugiados ucranianos
Luxemburgo 10.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

Patrões da construção disponíveis para dar trabalho aos refugiados ucranianos

Guerra na Ucrânia

Patrões da construção disponíveis para dar trabalho aos refugiados ucranianos

Foto: Marc Wilwert/Luxemburger Wort
Luxemburgo 10.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

Patrões da construção disponíveis para dar trabalho aos refugiados ucranianos

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
Tal como em toda a UE, os refugiados da guerra na Ucrânia beneficiam de proteção temporária no Luxemburgo, sem ser necessário pedido de asilo.

A associação de empresários do setor da construção (Groupement des Entrepreneurs) está disponível para receber mão-de-obra proveniente da Ucrânia.

O organismo, que está associado à Federação das Indústrias Luxemburguesas (Fedil), refere em comunicado que tudo deve ser feito para facilitar a chegada e a integração dos ucranianos no Luxemburgo, incluindo a oferta de trabalho a quem precisar.

A União Europeia anunciou recentemente que os refugiados da guerra na Ucrânia beneficiam de proteção temporária nos Estados-membros, sem ser necessário pedido de asilo.


Juliet Ostretsova e Ilia Ostretsov são russos e ajudaram a trazer 19 refugiados ucranianos para o Grão-Ducado.
Casal russo ajudou a trazer 19 refugiados ucranianos para o Luxemburgo
Um casal russo que vive no Luxemburgo decidiu ajudar os ucranianos que estão a fugir da guerra. Ilia e Juliet organizaram uma viagem até à fronteira polaca e trouxeram 19 refugiados para o Grão-Ducado.

Para os que chegam ao Luxemburgo, isto significa que não precisam de autorização de trabalho e podem ser contratados segundo o código de trabalho luxemburguês.

A associação de construtores encoraja os seus membros que desejem contratar refugiados ucranianos a declarar as ofertas junto da Administração para o Emprego (ADEM).

No entanto, a contratação não se afigura fácil já que os homens entre os 18 e os 60 anos foram proibidos pelo Governo da Ucrânia de deixar o país, para lutar contra as forças russas.  

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