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Parceria público-privada: Luxemburgo lança fundo de crescimento sustentável e proteção ambiental
Luxemburgo 22.10.2017

Parceria público-privada: Luxemburgo lança fundo de crescimento sustentável e proteção ambiental

Françoise Thoma (BCEE), Kaspar Wansleben (FCCF), Pierre Gramegna, Carole Dieschbourg e Kenneth Hay (FCCF)

Parceria público-privada: Luxemburgo lança fundo de crescimento sustentável e proteção ambiental

Françoise Thoma (BCEE), Kaspar Wansleben (FCCF), Pierre Gramegna, Carole Dieschbourg e Kenneth Hay (FCCF)
Foto: gouvernement.lu
Luxemburgo 22.10.2017

Parceria público-privada: Luxemburgo lança fundo de crescimento sustentável e proteção ambiental

Foi lançado o Fundo Florestal e de Alterações Climáticas (FCCF), uma parceria público-privada, que tem o objetivo de financiar empresas, comunidades e pequenos produtores em países da América Central como a Costa Rica, Guatemala e Nicarágua, orientando-os com o objetivo do crescimento sustentável.

Foi lançado o Fundo Florestal e de Alterações Climáticas (FCCF), uma parceria público-privada, que tem o objetivo de financiar empresas, comunidades e pequenos produtores em países da América Central como a Costa Rica, Guatemala e Nicarágua, orientando-os com o objetivo do crescimento sustentável.

O fundo, tutelado pelos ministérios das Finanças e das Infraestruturas, Desenvolvimento Sustentável e do Ambiente, tem a participação do banco estatal BCEE, do Banco Internacional do Luxemburgo (BIL) e da agência Foyer.

Na apresentação do fundo, também esteve presente a ministra do Ambiente, Carole Dieschbourg, que sublinhou a importância de “soluções de financiamento que incentivem ao investimento privado na luta contra as alterações climáticas.”

Para o responsável pela pasta das finanças do Luxemburgo “continua a ser um desafio atrair capital privado nesta luta.” Para Pierre Gramegna é essencial “criar confiança no mercado de que os investimentos ecológicos geram retorno e têm um impacto positivo.”

Os promotores do fundo assumem que é igualmente um desafio parar com a transformação de áreas florestais em terrenos agrícolas, uma vez que estas têm a capacidade de absorver as emissões de gases de efeito estufa.

O FCCF quer implantar formas de gestão de desenvolvimento sustentável, mas também económico e social às populações dos países onde vai operar.

De recordar que no Acordo de Paris, a comunidade internacional comprometeu-se a reduzir as emissões de gases com efeito estufa para “limitar” o aumento da temperatura a 1.5 graus Censius, em relação aos níveis pré-indutriais.

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