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Os países que colocaram o Luxemburgo na "lista negra"
Luxemburgo 2 min. 13.07.2020 Do nosso arquivo online

Os países que colocaram o Luxemburgo na "lista negra"

Os países que colocaram o Luxemburgo na "lista negra"

Foto: Shutterstock
Luxemburgo 2 min. 13.07.2020 Do nosso arquivo online

Os países que colocaram o Luxemburgo na "lista negra"

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
Com o aumento de casos confirmados de covid-19, cada vez mais países acreditam que o Luxemburgo é um país de risco.

O número de casos do novo coronavírus no Luxemburgo tem vindo a aumentar, com perto de 300 casos diagnosticados só na semana passada, e as autoridades de saúde a acompanhar mais de 4 mil pessoas. Estes números preocupam não só os residentes no país como a comunidade europeia. 

Numa altura em que as fronteiras começam a reabrir, alguns países colocaram o Grão-Ducado na lista "negra". Alguns proibíram a entrada a todos os que viajem a partir do Luxemburgo, enquanto noutros os cidadãos estão sujeitos a realizar testes de despistagem ou a ficar em quarentena. 


Bélgica coloca Luxemburgo na 'zona laranja'
Algarve e Alentejo também fazem parte da ‘zona laranja’. Já Lisboa integra a ‘zona vermelha’.

A Bélgica também colocou o Luxemburgo na lista de países com restrições fronteiriças, na 'zona laranja' devido ao aumento recente de casos positivos de covid-19. No entanto, o acesso ao Grão-Ducado a partir da Bélgica não é proibido, sendo que os trabalhadores transfronteiriços continuam a ter autorização para entrar no país. 

A Suíça é o mais recente país a colocar o Luxemburgo na lsita de países de "alto risco". Segundo as regras sanitárias da Suíça, qualquer residente do Luxemburgo que viaje para o país terá de cumprir 10 dias de quarentena e apresentar-se às autoridades no prazo de dois dias. 

Também a Dinamarca colocou o Luxemburgo "na lista dos países em risco" e fechou completamente as suas fronteiras aos residentes no país. Também  Portugal e algumas partes da Suécia estão nesta lista. Os dinamarqueses consideram, no entanto, seguros países onde o número de infetados é muito superior, como a Itália ou Grã-Bretanha. No mesmo sentido, também a Finlândia barrou a entrada a cidadãos provenientes do Grão-Ducado embora  tenha aberto as fronteiras à maioria dos países do espaço Schengen. 

Já a Noruega anunciou que quem viaje do Luxemburgo para o país terá de permanecer no território durante cerca de 40 dias após a chegada. Viajantes oriundos da Suécia, Portugal, Hungria, Croácia, Bósnia-Herzegovina, Roménia e Bulgária terão de fazer o mesmo.   

A Lituânia fechou as fronteiras aos residentes da Suécia, Portugal e Luxemburgo a 6 de julho. Caso alguém retorne ao país de algum destes destinos terá de ficar em quarentena durante 14 dias. 


Bélgica inclui Alentejo e Algarve na zona laranja com "maior vigilância"
Os viajantes que entrem na Bélgica oriundos do Alentejo e do Algarve serão sujeitos a "maior vigilância" devido à pandemia da covid-19, segundo o 'site' do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) belga.

Na Estónia e Letónia, quem viaje a partir do Luxemburgo terá de fazer a quarentena de 14 dias à chegada. Também na Eslováquia, quem viaja do Luxemburgo tem de fazer cinco dias de quarentena e um teste à covid-19 obrigatório à chegada. 

Eslovénia e a Roménia adotaram uma abordagem diferente baseada em listas "verdes". Os residentes de países incluídos nestas listas podem circular livremente em ambos os países, mas não é o caso do Grão-Ducado. Desta forma, quem chega tem de fazer quarentena.  

Já no Chipre é pedido um teste à covid-19 com resultado negativo realizado até 72 horas antes da chegada para turistas que viajem do Luxemburgo, Bélgica ou Holanda.

Artigo atualizado a 22 de julho de 2020. 



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