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Os luxemburgueses que trocaram o Grão-Ducado por Portugal
Luxemburgo 13.10.2016 Do nosso arquivo online

Os luxemburgueses que trocaram o Grão-Ducado por Portugal

Gérard Hoss conduz uma carrinha pintada com o leão vermelho luxemburguês e o nome “Luxembourg” pelas ruas apertadas da Ericeira

Os luxemburgueses que trocaram o Grão-Ducado por Portugal

Gérard Hoss conduz uma carrinha pintada com o leão vermelho luxemburguês e o nome “Luxembourg” pelas ruas apertadas da Ericeira
Foto: António Dias
Luxemburgo 13.10.2016 Do nosso arquivo online

Os luxemburgueses que trocaram o Grão-Ducado por Portugal

Fizeram o caminho inverso dos imigrantes portugueses no Luxemburgo e escolheram Portugal para viver. Mas ao contrário dos portugueses, a decisão não foi ditada por razões económicas. Em Portugal vivem cerca de 200 luxemburgueses, segundo a Embaixada do Luxemburgo em Lisboa. A maioria são casados com portugueses, mas há também quem se tenha apaixonado pelo país e decidido mudar de vida. O Contacto foi saber como vivem, o que fazem e que imagem têm de Portugal.

Por Paula Telo Alves - Fizeram o caminho inverso dos imigrantes portugueses no Luxemburgo e escolheram Portugal para viver. Mas ao contrário dos portugueses, a decisão não foi ditada por razões económicas. Em Portugal vivem cerca de 200 luxemburgueses, segundo a Embaixada do Luxemburgo em Lisboa. A maioria são casados com portugueses, mas há também quem se tenha apaixonado pelo país e decidido mudar de vida. O Contacto foi saber como vivem, o que fazem e que imagem têm de Portugal.

Leia o artigo na íntegra na edição do Contacto de 5 de Outubro.


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A investigadora luxemburguesa Aline Schiltz estuda a emigração portuguesa para o Luxemburgo desde 2003. A viver entre Lisboa e o Grão-Ducado, a geógrafa, de 35 anos, é autora de vários estudos sobre os portugueses, incluindo uma tese de doutoramento em que analisa a mobilidade entre os dois países. Diz que o Luxemburgo se “lusificou” e que a emigração portuguesa levou à criação de um “espaço transnacional” que podia servir de modelo para uma Europa sem fronteiras.