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ONU: Luxemburgo é 19° no índice de desenvolvimento humano

ONU: Luxemburgo é 19° no índice de desenvolvimento humano

Foto: Guy Wolff
Luxemburgo 2 min. 14.12.2015

ONU: Luxemburgo é 19° no índice de desenvolvimento humano

O Luxemburgo subiu sete posições no Índice de Desenvolvimento Humano de 2014, num total de 187 países. Segundo o Relatório do Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas, divulgado hoje, o Grão-Ducado passou do lugar 26 para 19° da lista.

O Luxemburgo subiu sete posições no Índice de Desenvolvimento Humano de 2014, num total de 187 países. Segundo o Relatório do Desenvolvimento Humano da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado hoje, o Grão-Ducado passou do lugar 26 para 19° da lista.

O índice é calculado com base em três dimensões do desenvolvimento humano: uma vida longa e saudável, acesso ao conhecimento e um padrão de vida decente.

Para isso, são tidos em conta factores como a esperança media de vida, os anos de escolaridade de cada cidadão e o Produto Interno Bruto (PIB) per capita.

O Luxemburgo continua no grupo dos países com desenvolvimento humano muito alto e tem uma pontuação de 0.892. Em 2014, a esperança média de vida no país era de 81.7 anos, a média de anos de escolaridade de 11.2, os anos de escolaridade esperados 13.9 e o rendimento bruto per capita de 58,711 dólares.

Já Portugal mantém a mesma posição em relação a 2013: 43° da lista, com uma pontuação de 0.830.

Em 2014, a esperança média de vida no país era de 80.09 anos, a média de anos de escolaridade de 8.2, os anos de escolaridade esperados 16.3 e o rendimento bruto per capita de 25.757 dólares.

A Noruega lidera o ranking, seguida da Austrália, Suíça, Holanda, Alemanha, Irlanda e Estados Unidos. Os últimos lugares são ocupados pelo Burundi, Chade, Eritreia e República Centro-Africana.

O índice faz parte do relatório anual do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), divulgado hoje em Adis Abeba, na Etiópia.

O relatório, com o título “Trabalho para o Desenvolvimento Humano”, analisa as ligações, positivas e negativas, entre o trabalho e desenvolvimento humano num mundo em rápida transformação, motivada pela globalização, revolução tecnológica, transições demográficas e muitos outros factores.

Os autores garantem que estas mudanças criam oportunidades, mas também riscos, e defendem uma noção mais ampla de trabalho, que inclui trabalho não remunerado, e uma série de recomendações políticas alinhados com os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, aprovados em Setembro pela ONU.


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