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OGBL saúda acordo que "apoia poder de compra das famílias"
Luxemburgo 22.09.2022
Tripartida

OGBL saúda acordo que "apoia poder de compra das famílias"

Tripartida

OGBL saúda acordo que "apoia poder de compra das famílias"

Foto: Jean-Christophe Verhaegen/SIP
Luxemburgo 22.09.2022
Tripartida

OGBL saúda acordo que "apoia poder de compra das famílias"

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
Central sindical tinha dado o 'não' ao acordo de abril passado.

Depois de ter sido o único sindicato a não assinar o acordo de abril, que permitiu a manipulação da indexação, a OGBL voltou à mesa das negociações na última tripartida e reclama agora vitória.

Num comunicado, a maior central central sindical do país, a OGBL, aplaude o acordo de princípio na reunião tripartida, que terminou na terça-feira. 

A central refere que após mais de 30 horas de negociações, o acordo anunciado pelo Governo "responde às reivindicações" que tinham sido feitas em março, ou seja, medidas para combater a inflação em vez de combater a indexação.


Nova indexação dos salários só em 2023
Saiba as novas medidas de apoio às famílias decididas na reunião da tripartida.

A OGBL refere, assim, que a sua posição sai agora reforçada já que este novo acordo põe fim à manipulação do 'índex', prevendo-se que as futuras tranches sejam pagas juntamente com os salários.

Além do restabelecimento da indexação, Governo, patronato e sindicatos aprovaram outras medidas para aumentar o poder de compra das famílias e empresas.

O preço da eletricidade não vai aumentar em janeiro, o aumento do gás será limitado a 15% do preço atual, o gasóleo de aquecimento vai ter um desconto de 15 cêntimos por litro e o IVA terá uma redução de ponto percentual em todos os produtos.  

As medidas acordadas esta semana têm como objetivo fazer baixar a inflação e evitar os aumentos dos preços de energia, que têm pesado sobretudo no orçamento das famílias mais carenciadas.


CGFP lamenta que escalão de impostos não seja adaptado à inflação
O sindicato da função pública não abdica da medida e reivindica que entre em vigor, o mais tardar, na próxima reforma fiscal.

No entanto, tal como a Confederação-Geral da Função Pública (CGFP), a OGBL lamenta a falta de acordo para adaptar o escalão de impostos à inflação e diz que vai continuar com esta reivindicação. O acordo tripartido deverá ser assinado entre as três partes no próximo dia 28 de setembro. 

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