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O apelo da Horesca para evitar que cafés e restaurantes voltem a fechar
Luxemburgo 16.10.2020

O apelo da Horesca para evitar que cafés e restaurantes voltem a fechar

O apelo da Horesca para evitar que cafés e restaurantes voltem a fechar

Foto:AFP
Luxemburgo 16.10.2020

O apelo da Horesca para evitar que cafés e restaurantes voltem a fechar

Diana ALVES
Diana ALVES
A federação que representa hotéis, bares e restaurantes alerta que um eventual fecho, total ou parcial, teria efeitos graves para um setor já fortemente afetado pela crise.

A Horesca pediu hoje aos seus membros que «respeitem as regras sanitárias em vigor de forma a evitar um segundo encerramento» dos estabelecimentos comerciais. Num comunicado divulgado esta sexta-feira, a federação que representa hotéis, restaurantes e cafés alertou para o que se está a passar nos países vizinhos, onde muitos restaurantes e cafés estão a ter de fechar as portas devido ao aumento do número de pessoas infetadas pela covid-19. O organismo pede por isso aos seus membros que respeitem escrupulosamente o distanciamento físico, assim como o horário de encerramento.

A federação frisa que um eventual fecho, total ou parcial, teria efeitos graves para um setor já fortemente afetado pela crise. Embora reconheça que a maior parte das empresas respeita as regras, o organismo diz ter constatado a certa altura que «alguns cafés e restaurantes colocavam as mesas lado a lado, serviam clientes que não estavam sentados e ficavam abertos após o horário autorizado».

No comunicado, a Horesca aproveita para lembrar as principais regras em vigor. Desde a sua reabertura, após o confinamento, que os estabelecimentos têm de fechar o mais tardar à meia-noite e servir os clientes apenas quando estes estão sentados. Além disso, o limite de clientes sentadas à mesma mesa não pode ultrapassar as 10, exceto se se tratar de pessoas do mesmo agregado familiar. Entre mesas, deve ser mantida uma distância de 1,5 metros. Aquelas situadas lado a lado devem ser divididas com um separador. Em relação à máscara, o seu uso é obrigatório a partir do momento em que o cliente não está sentado (para ir à casa de banho, por exemplo) e para os empregados que estão em contacto direto com os clientes.

Recorde-se que os estabelecimentos que violarem as regras arriscam-se a multas de 4.000 euros. Se o proprietário foi reincidente, o montante duplica.  

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