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Número de novos casos continuou a descer na última semana mas permanece alto
Luxemburgo 2 min. 25.11.2020

Número de novos casos continuou a descer na última semana mas permanece alto

Número de novos casos continuou a descer na última semana mas permanece alto

Pixabay
Luxemburgo 2 min. 25.11.2020

Número de novos casos continuou a descer na última semana mas permanece alto

Ana TOMÁS
Ana TOMÁS
Embora o patamar permaneça alto, número de novos casos e de óbitos continuou a diminuir ligeiramente, na semana de 16 a 22 de novembro. Mas pressão sobre os hospitais ainda se mantém com tendência crescente.

Na semana de 16-22 de novembro, o número de pessoas com resultado positivo para covid-19 continuou a diminuir ligeiramente. Foram registados, nesse período 3.851 casos, em comparação com 4.013 casos na semana anterior.

No entanto, o número de casos confirmados entre 16 e 22 de novembro é ainda alto, ressalva o Ministério da Saúde, no comunicado do balanço semanal.

De uma semana para a outra, também o número de óbitos diminuiu ligeiramente, passando de 39 para 37.  A idade média das vítimas é 83 anos. 

Por outro lado, o número de contactos identificados na última semana aumentou significativamente para 15.072 (+69%), devido ao reforço das equipas de rastreio, assim como a quantidade de testes PCR que subiu de 67.734 para 69.076, entre 16 e 22 de novembro.

 A idade média das pessoas diagnosticadas com covid-19 baixou dos 40,6 para 39,8 anos.  A 22 de Novembro, o número de infeções ativas era de 8.834 (comparado com 9.339 em 15/11) e o número de pessoas curadas aumentou de 17.685 para 22.004. 


Origem de metade das novas infeções é desconhecida
Sem querer antecipar a implementação de novas medidas, a ministra da Saúde, Paulette Lenert, alerta para a persistência de números altos e de a transmissão em cerca de 50% dos casos não ter origem num contacto direto.

Apesar da tendência decrescente de casos positivos e de óbitos, as hospitalizações continuam a subir. Na semana de 16 a 22 de novembro, foram confirmadas 186 internamentos em cuidados normais e 45 em cuidados intensivos de doentes covid, em comparação, respetivamente, com 170 e 42 na semana anterior. 

O índice de transmissão também permanece elevado, com a taxa de reprodução efetiva (RT) a subir de 0,97 para 1,00. Já a taxa de positividade nos testes realizados foi de 5,53% em comparação com 5,92% na semana anterior (média durante a semana). 

 A taxa de incidência é de 615 casos por 100.000 habitantes em 7 dias e de 1.256 casos por 100.000 habitantes em 14 dias. Na semana anterior, foi de 641 casos por 100.000 habitantes durante 7 dias. 

Casos aumentam no grupo dos 75 e mais anos

 Entre 16 e 22 de novembro, o número de casos aumentou nos grupos etários dos 0 aos 14 anos e nos 75 e mais anos, que é simultaneamente o mais afetado, seguido pelo grupo etário dos 15-29 anos.

Em contrapartida, em todos os outros grupos etários e, consequentemente, na população em geral a tendência de diminuição continua. 

No grupo etário dos 60-74 anos, a taxa de incidência tem vindo a diminuir há três semanas consecutivas, sendo agora o grupo etário com a taxa mais baixa. 

Contaminações com origem desconhecida permanece alta

 A taxa de contaminações cuja origem não é claramente atribuível permanece elevada, segundo o relatório da semana nos 40%, embora a ministra Paulette Lenert tenha avançado no fim de semana que a mesma seria de 50%.

De acordo com a análise efetuada durante dois dias completos (16 - 17/11) e envolvendo 1.323 casos, dentro das transmissões com origem conhecida, o círculo familiar continua a ser a fonte de contágio mais frequente, correspondendo a 34,2% dos casos com link epidemiológico conhecido. 

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