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Na última década: Investimento na investigação recuou no Luxemburgo

Na última década: Investimento na investigação recuou no Luxemburgo

Foto: Lex Kleren
Luxemburgo 2 min. 05.12.2015

Na última década: Investimento na investigação recuou no Luxemburgo

Nos últimos dez anos, o investimento nas áreas da investigação e do desenvolvimento cresceu na maioria dos países da UE - incluindo Portugal – tendo recuado em cinco Estados-membros, um dos quais o Luxemburgo.

Nos últimos dez anos, o investimento nas áreas da investigação e do desenvolvimento cresceu na maioria dos países da UE - incluindo Portugal – tendo recuado em cinco Estados-membros, um dos quais o Luxemburgo.

Segundo o Eurostat, a intensidade de investimento na investigação e no desenvolvimento (R&D, Research and Development) cresceu em 23 Estados-membros entre 2004 e 2014, um dos quais Portugal, país onde o investimento nestas áreas aumentou 0,56 pontos percentuais.

No mesmo período, cinco países recuaram no investimento feito em R&D: Croácia, Finlândia, Suécia, Roménia e Luxemburgo.

O Luxemburgo estava, em 2014, no grupo dos países europeus em que a despesa na área da investigação e desenvolvimento se situava acima de 1% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo os dados do gabinete oficial de estatísticas da UE, o Grão-Ducado é um dos oito Estados-membros da UE em que o investimento na área de R&D - ou seja despesas na área em percentagem do PIB - está acima de 1%, já que o Luxemburgo gasta 1,24% da riqueza anual que produz no desenvoviemnto e na investigação.

Portugal melhor do que o Luxemburgo, mas ambos abaixo da média europeia

Portugal faz também parte deste grupo de oito paises e até bate o Luxemburgo, já que investe cerca de 1,29% do seu PIB na investigação e no desenvolvimento.

Segundo o Eurostat, em Portugal, a intensidade de R&D aumentou de 0,73% (1.110 milhões de euros) em 2004 para 1,29% em 2014 (2.229 milhões de euros).

No entanto, ambos os países ficam abaixo da média da UE que era, respectivamente, de 1,76% do PIB (194.341 milhões de euros) para a investigação, e de 2.03% (283.009 milhões de euros), para o desenvolviemnto.

A Finlândia (3,17%), a Suécia (3,16%) e a Dinamarca (3,08%) são os três países onde a investimento em R&D é superior a 3% do PIB.

No grupo dos países que registaram despesas de R&D superiores a 2% estão a Áustria (2,99%), a Alemanha (2,84%), a Bélgica (2,46%), a Eslovénia (2,39%) e a França (2,26%).

Portugal e o Luxemburgo integram o grupo em que a intensidade de R&D é superior a 1%, encabeçado pela Holanda (1,97%), seguindo-se o Reino Unido (1,72%), Irlanda (1,55%), Estónia (1,46%), Hungria (1,38%), Itália (1,29%), Espanha (1,20%) e Lituânia 1,02%.

Com menos de 1% do PIB investido na área, estão nove Estados-membros: Roménia (0,38%), Chipre (0,47%), Letónia (0,68%), Croácia (0,79%), Bulgária (0,80%), Grécia (0,83%), Malta (0,85%), Eslováquia (0,89%) e Polónia (0,94%).



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