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Mulheres menos saudáveis do que os homens no Luxemburgo?
Luxemburgo 04.02.2019 Do nosso arquivo online

Mulheres menos saudáveis do que os homens no Luxemburgo?

Mulheres menos saudáveis do que os homens no Luxemburgo?

Foto: Karl-Josef Hildenbrand/dpa
Luxemburgo 04.02.2019 Do nosso arquivo online

Mulheres menos saudáveis do que os homens no Luxemburgo?

Diana ALVES
Diana ALVES
Serão as mulheres menos saudáveis do que os homens no Luxemburgo? Dados do Eurostat sobre a esperança de vida saudável mostram, pelo menos, que por cá elas começam a sentir limitações físicas mais cedo do que eles.

O Luxemburgo é um dos poucos países da União Europeia (UE) onde os homens podem esperar viver mais anos sem problemas de saúde do que as mulheres. Segundo os dados do instituto europeu de estatística, referentes a 2016, há sete países no bloco onde este indicador é mais favorável a eles do que a elas. O Luxemburgo e Portugal fazem parte desse grupo.

Quer isto dizer que, embora vivam mais tempo do que os homens, as mulheres começam a sentir limitações físicas mais cedo. No grão-ducado, a esperança média de vida saudável das mulheres é de 58,9 anos e a dos homens 61,4. Trata-se de uma diferença de 2,5 anos, a mesma verificada em Portugal, onde as mulheres vivem sem problemas de saúde até aos 57,4 anos de vida saudável e os homens até aos 59,9. A maior diferença verifica-se na Holanda, onde os homens têm mais cinco anos de vida saudável do que as mulheres (62,8 contra 57,8 anos).

No conjunto dos países da UE, o número de anos de esperança de vida em boa saúde ao nascimento é mais elevado no caso das mulheres, com 64,2 contra 63,5.

Como em muitos dos 'rankings', os escandinavos surgem no topo desta tabela. A Suécia é o país onde tanto os homens como as mulheres têm a esperança de vida saudável mais elevada, com 73,3 anos no caso delas e 73 no deles. Em sentido oposto, a Letónia apresenta os valores mais baixos: 54,9 para as mulheres e 52,3 para os homens.

O Eurostat sublinha, contudo, que as disparidades entre Estados-membros podem explicar-se, em parte, pela forma como cada país mede as limitações em termos de saúde.


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