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Monarquia: Maria Teresa enfurecida após despedimento de funcionária
Luxemburgo 18.06.2016 Do nosso arquivo online

Monarquia: Maria Teresa enfurecida após despedimento de funcionária

A Grã-Duquesa Maria Teresa e o Grão-Duque Henri

Monarquia: Maria Teresa enfurecida após despedimento de funcionária

A Grã-Duquesa Maria Teresa e o Grão-Duque Henri
Foto: Chris Karaba
Luxemburgo 18.06.2016 Do nosso arquivo online

Monarquia: Maria Teresa enfurecida após despedimento de funcionária

A grã-duquesa Maria Teresa estará enfurecida com o despedimento de uma funcionária da Corte Grã-Ducal, que deveria ser condecorada no âmbito da Festa Nacional luxemburguesa. A trabalhadora externa acabou por perder o emprego depois de os serviços competentes terem descoberto que, afinal, o seu registo criminal não estava “limpo”.

A grã-duquesa Maria Teresa estará enfurecida com o despedimento de uma funcionária da Corte Grã-Ducal, que deveria ser condecorada no âmbito da Festa Nacional luxemburguesa. A trabalhadora externa acabou por perder o emprego depois de os serviços competentes terem descoberto que, afinal, o seu registo criminal não estava “limpo”.

Chantal Selva é o centro da nova polémica que envolve o recrutamento de pessoal para trabalhar na Corte Grã-Ducal. De acordo com com a edição francesa do Wort.lu, que cita a RTL, a trabalhadora externa à corte foi demitida por causa da sua ficha criminal, que “não estaria virgem”, na véspera de ser condecorada com a medalha que todos os anos alguns funcionários e outras personalidades recebem do Grão-Duque Henri.

A grã-duquesa Maria Teresa terá ficado furiosa com a situação e cancelou a sua participação nas cerimónias oficiais de recepção (incluindo o jantar de gala) ao presidente romeno e sua esposa, que recentemente realizaram uma visita de Estado ao Luxemburgo.

A Corte Grã-Ducal evocou "razões familiares" para a ausência da grã-duquesa. Contudo, muitos especulam, e nomeadamente o jornal Feierkrop, que Maria Teresa terá simplesmente boicotado as cerimónias oficiais para mostrar a sua discordância contra o facto de o Governo se imiscuir na política de contratação de pessoal pela casa real.

Os membros da coligação governamental foram muito críticos sobre o assunto, evocando que este episódio manchou a imagem do país.

Mais de 5 milhões de custos de pessoal por ano

A Corte Grã-Ducal custa anualmente cerca de dez milhões de euros ao Estado e mais de metade dessa verba será utilizada para custos com pessoal, escreve o Feierkrop.

No futuro, o governo quer ter uma palavra a dizer quanto à política de recursos humanos da Corte. Uma posição que foi recentemente manifestada pelo primeiro-ministro, Xavier Bettel, ao Grão-Duque Henri.

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