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Ministra da Saúde espera vacina no final deste ano ou início do próximo
Luxemburgo 07.09.2020

Ministra da Saúde espera vacina no final deste ano ou início do próximo

Ministra da Saúde espera vacina no final deste ano ou início do próximo

Foto: Anouk Antony/Luxemburger Wort
Luxemburgo 07.09.2020

Ministra da Saúde espera vacina no final deste ano ou início do próximo

Diana ALVES
Diana ALVES
A governante garantiu, por outro lado, que o executivo vai criar uma reserva de testes rápidos logo que um dispositivo fiável chegue ao mercado.

Em entrevista à RTL, esta segunda-feira, Paulette Lenert mostrou-se otimista e adiantou que a estratégia nacional de vacinação será desenvolvida por um grupo de trabalho. A ministra da Saúde garantiu, por outro lado, que o Governo irá criar uma reserva de testes rápidos logo que um dispositivo fiável chegue ao mercado. 

Em relação a uma eventual nova vaga de infeções, Lenert considera que a situação será muito diferente, já que as pessoas estão informadas sobre a doença e já compreenderam que é necessário respeitar as medidas restritivas para conter a pandemia. 

Algo que, segundo a ministra, se reflete nos mais recentes números das novas infeções. Olhando para os últimos meses, Lenert disse que o confinamento fez sentido, mas frisou que o cenário não se pode repetir.


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A comunidade lusa foi também, entre todos os residentes, a que apresentou maiores riscos de transmitir a covid-19, revela um estudo. Um dos autores explica as razões ao Contacto.

A governante sublinhou também que a decisão do Governo em apostar no 'rastreio analógico' está a funcionar, acrescentando que, neste momento, a maioria dos casos é importada do estrangeiro, no regresso das férias de verão. Isto é, as festas de família deixaram de ser a principal origem das novas infeções. 

As autoridades antecipam um novo pico no outono, não só porque as pessoas "estão mais ativas e juntam-se mais", mas também porque esse período coincide com o da gripe sazonal. Sobre o facto de os testes positivos dos transfronteiriços já não serem incluídos nas estatísticas do ministério, Paulette Lenert considera que isso não interfere com a estratégia nacional de rastreio, já que aqueles trabalhadores continuam a ser testados.  

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