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Mesmo com testes à saliva, zaragatoas não deverão desaparecer tão cedo
Luxemburgo 10.02.2021

Mesmo com testes à saliva, zaragatoas não deverão desaparecer tão cedo

Mesmo com testes à saliva, zaragatoas não deverão desaparecer tão cedo

Foto: AFP
Luxemburgo 10.02.2021

Mesmo com testes à saliva, zaragatoas não deverão desaparecer tão cedo

Diana ALVES
Diana ALVES
Todos os testes utilizados no Grão-Ducado são testados e validados pelo Laboratório Nacional de Saúde.

As desagradáveis zaragatoas usadas atualmente para recolher amostras para o os testes de diagnóstico à covid-19 não deverão desaparecer tão cedo. De acordo com a ministra da Saúde, os testes de saliva podem vir a ser uma "boa alternativa", mas os testes PCR com recurso à zaragatoa ainda são atualmente a a solução mais fiável.

Questionada pelos deputados do CSV Martine Hansen e Claude Wiseler sobre se o Governo está a par dos testes à saliva desenvolvidos pela Universidade de Liège, na Bélgica, Paulette Lenert adianta que, desde o início da crise, o Laboratório Nacional de Saúde (LNS) e a Direção da Saúde têm trabalhado juntos na análise de diversos testes lançados no mercado, deixando antever que o teste da universidade belga pode chegar no futuro ao Luxemburgo. Os tetes desenvolvidos pela instituição foram testados em lares de idosos e, mais recentemente, em escolas. 


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Lenert adiantou ainda que o LNS encomendou várias marcas de testes, incluindo testes PCR e à saliva, cuja eficácia tem ainda de ser verificada pelo laboratório nacional. Lenert não exclui a possibilidade dos testes belgas serem utilizados em lares de idosos, mas sublinha que "seria um complemento aos testes PCR, visto que estes continuam a ser a solução mais fiável". Mas reconhece contudo que os testes à saliva poderão facilitar os procedimentos médicos nos lares, locais muito afetados durante a pandemia. Desde o início da crise, o Grão-Ducado autoriza apenas testes com o certificado CE (de acordo com as normas europeias) e que tenham sido testados pelo LNS.  

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