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Menos de 10% da população do Luxemburgo vive em casas demasiado pequenas
Luxemburgo 06.01.2021

Menos de 10% da população do Luxemburgo vive em casas demasiado pequenas

Menos de 10% da população do Luxemburgo vive em casas demasiado pequenas

Foto: Guy Wolff/Luxemburger wort
Luxemburgo 06.01.2021

Menos de 10% da população do Luxemburgo vive em casas demasiado pequenas

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Em tempos de confinamento, teletrabalho e ensino à distância, a dimensão das casas e dos apartamentos tem tido cada vez mais a sua importância. Quanto maior for o espaço, melhor é a qualidade de vida para toda a família.

No Luxemburgo, 7,1% dos habitantes viviam, em 2019, em casas sobrelotadas. Em 2018 eram 8,4%. 

Assim sendo, o Grão-Ducado aparece entre os dez países da União Europeia (UE) com os valores mais baixos e abaixo da média europeia de 17,2% Roménia, Letónia e Bulgária são os Estados-membros com uma percentagem mais elevada de pessoas a viverem em casas sobrelotadas.

Os dados foram publicados esta terça-feira pelo gabinete europeu de estatísticas (Eurostat). O Eurostat revela que mais de metade da população do Luxemburgo vive em casas “demasiado grandes”, ou seja com um número de quartos mais elevado do que a necessidade dos moradores.

A percentagem para o Grão-Ducado é de 54%, acima da média europeia que é de 32,7%. Na comparação europeia, Malta, Chipre, Irlanda e Espanha, têm melhores resultados com taxas a variarem entre os 72,6% e os 55,4%.  

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