Escolha as suas informações

Marcha pelas mulheres junta multidão no Luxemburgo
Luxemburgo 18 24.11.2018 Do nosso arquivo online

Marcha pelas mulheres junta multidão no Luxemburgo

A marcha laranja invadiu as ruas da capital este sábado.

Marcha pelas mulheres junta multidão no Luxemburgo

A marcha laranja invadiu as ruas da capital este sábado.
Foto: Pierre Matgé
Luxemburgo 18 24.11.2018 Do nosso arquivo online

Marcha pelas mulheres junta multidão no Luxemburgo

Apesar da chuva, a marcha contra a vilência sobre as mulheres juntou centenas de pessoas nas ruas da capital.

Cerca de 600 pessoas participaram na marcha desta manhã, com partida do Glacis e chegada à Câmara dos Deputados.

Este foi o ponto alto de um conjunto de eventos que decorrem entre 15 de novembro e 9 de dezembro no Luxemburgo, no âmbito da "Orange Week" (semana laranja) organizada pela  Zonta International e pelo Conselho Nacional da Mulheres do Luxemburgo (CNFL) contra a violência sobre as mulheres.

Sobre a violência doméstica, a polícia foi chamada a intervir 715 vezes este ano no Luxemburgo, que não regista vítimas, como acontece em outros países.


Aumenta o número de mulheres assassinadas em Portugal
Até a novembro de 2018, foram mortas 24 mulheres em situações de violência doméstica por companheiros ou familiares próximos. O número terrível é superior ao do ano passado: até novembro, segundo dados do Observatório das Mulheres Assassinadas, já foram mortas mais seis mulheres.

As associações organizadoras do evento reivindicam medidas como a proteção legal contra a violência psicológica, a extensão do prazo para 30 anos de prescrição em casos de violação e atentado ao pudor ou violação a menores a contar da maioridade da vítima e a promoção de alojamentos alternativos para vítimas de violência doméstica.

Vários edifícios emblemáticos do país revestiram-se de laranja em apoio à causa.



Notícias relacionadas

Aumenta o número de mulheres assassinadas em Portugal
Até a novembro de 2018, foram mortas 24 mulheres em situações de violência doméstica por companheiros ou familiares próximos. O número terrível é superior ao do ano passado: até novembro, segundo dados do Observatório das Mulheres Assassinadas, já foram mortas mais seis mulheres.