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Marcha do orgulho gay em Jerusalém reúne milhares sob forte vigilância policial
Luxemburgo 06.06.2019

Marcha do orgulho gay em Jerusalém reúne milhares sob forte vigilância policial

TOPSHOT - A member of the lesbian, gay, bisexual, transgender (LGBT) community celebrates the Supreme Court decision to strike down a colonial-era ban on gay sex, in Mumbai on September 6, 2018. - India's Supreme Court on September 6 struck down the ban that has been at the centre of years of legal battles. "The law had become a weapon for harassment for the LGBT community," Chief Justice Dipak Misra said as he announced the landmark verdict. (Photo by INDRANIL MUKHERJEE / AFP)

Marcha do orgulho gay em Jerusalém reúne milhares sob forte vigilância policial

TOPSHOT - A member of the lesbian, gay, bisexual, transgender (LGBT) community celebrates the Supreme Court decision to strike down a colonial-era ban on gay sex, in Mumbai on September 6, 2018. - India's Supreme Court on September 6 struck down the ban that has been at the centre of years of legal battles. "The law had become a weapon for harassment for the LGBT community," Chief Justice Dipak Misra said as he announced the landmark verdict. (Photo by INDRANIL MUKHERJEE / AFP)
AFP
Luxemburgo 06.06.2019

Marcha do orgulho gay em Jerusalém reúne milhares sob forte vigilância policial

Cerca de 10 mil pessoas, muitas delas transportando bandeiras com um arco-íris (que se tornou símbolo do orgulho gay) e bandeiras de Israel, desfilaram pelas ruas do centro de Jerusalém sob o olhar atento de 2.500 elementos das forças policiais, alguns à civil, destacados para garantir a segurança da iniciativa, que assinala este ano a 18.º edição, segundo relataram as agências internacionais.

Milhares de pessoas concentraram-se hoje em Jerusalém, Israel, para participar na marcha do orgulho gay, iniciativa que decorreu sob forte vigilância policial devido ao assassínio de uma adolescente por um judeu ultraortodoxo em 2015.

As autoridades municipais de Jerusalém penduraram ao longo do percurso da marcha bandeiras com um arco-íris.

O grande rabino de Jerusalém, Ari Stern, pediu às autoridades locais, mas sem sucesso, que as bandeiras fossem retiradas, de forma “a não ferir os sentimentos de uma parte da população”.

Esta marcha expõe anualmente as divisões profundas entre judeus laicos e judeus ultraortodoxos.

Muitos judeus ultraortodoxos rejeitam a exibição pública da homossexualidade, que classificam como uma “abominação” que profana a cidade santa de Jerusalém e desrespeita a lei judaica.

A polícia divulgou hoje que deteve 17 suspeitos que planeavam desestabilizar o desfile, incluindo um homem que estava na posse de uma arma branca e que se encontrava nas imediações do local do evento.

Em 2015, durante a marcha, um extremista ultraortodoxo esfaqueou mortalmente uma adolescente de 16 anos.

Lusa

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