Escolha as suas informações

Manuais gratuitos. Mais de 250 mil livros encomendados através da mybooks
Luxemburgo 29.01.2019 Do nosso arquivo online

Manuais gratuitos. Mais de 250 mil livros encomendados através da mybooks

Manuais gratuitos. Mais de 250 mil livros encomendados através da mybooks

Foto: Guy Jallay
Luxemburgo 29.01.2019 Do nosso arquivo online

Manuais gratuitos. Mais de 250 mil livros encomendados através da mybooks

Já foram encomendados mais de 250 mil livros através da aplicação mybooks.lu, desde que entrou em vigor a gratuitidade dos manuais escolares para os alunos do secundário.

A 14 de janeiro deste ano, o Ministério da Educação contabilizava um total de 254.702 manuais encomendados através da ferramenta, sendo que, nessa data, 124 ainda não tinham sido levantados nas respetivas livrarias.

Desde o início do ano letivo que os alunos do secundário não pagam pelos manuais obrigatórios, estipulados no plano curricular. Para facilitar o levantamento dos livros, o ministério lançou no verão a aplicação móvel mybooks.lu, que permite aos alunos selecionar o manual e depois levantá-lo nas livrarias, de forma totalmente gratuita. À disposição dos alunos estão livros novos ou em segunda mão.

O Ministério da Educação decidiu distribuir vales de desconto para recompensar os estudantes que optassem por livros em segunda mão – uma alternativa mais sustentável. Em causa estão cupões no valor de 50% do preço dos exemplares novos, destinados à aquisição de material escolar (cadernos, lápis, canetas, etc.). Segundo o ministro da tutela, foram distribuídos quase 30.000 vales de desconto, no valor de 2,2 milhões de euros.

Estes dados foram divulgados pelo ministro da Educação, Claude Meisch, na resposta a uma questão parlamentar da deputada cristã-social Martine Hansen.

Diana Alves


Notícias relacionadas

Os alunos do ensino secundário no Luxemburgo, que a partir do ano letivo 2018/19 passam a ter direito a manuais escolares gratuitos, vão poder ficar com os livros no final do ano escolar não tendo que os devolver, revelou esta terça-feira (14), o ministro da Educação, Claude Meisch.