Escolha as suas informações

Mais de 160 portugueses do Luxemburgo nas permanências sociais
Luxemburgo 03.02.2020 Do nosso arquivo online

Mais de 160 portugueses do Luxemburgo nas permanências sociais

Mais de 160 portugueses do Luxemburgo nas permanências sociais

Foto: Alain Piron
Luxemburgo 03.02.2020 Do nosso arquivo online

Mais de 160 portugueses do Luxemburgo nas permanências sociais

Manuela PEREIRA
Manuela PEREIRA
Vão ser atendidas, na sede da Caixa Nacional de Seguro Pensões, na cidade do Luxemburgo, 162 pessoas que fizeram a sua inscrição prévia. A maioria com o objetivo de resolver processos em atraso.

Hoje é o primeiro de três dias de permanências sociais sobre pensões no Luxemburgo.

Técnicos da Segurança Social de Portugal estão no Grão-Ducado para em conjunto com os homólogos luxemburgueses da CNAP [Caixa Nacional de Seguro Pensões] iniciarem uma maratona de sessões de esclarecimento sobre os seus direitos de aposentação.

Vão ser atendidas, na sede da Caixa Nacional de Seguro Pensões, na cidade do Luxemburgo, 162 pessoas que fizeram a sua inscrição prévia. A maioria com o objetivo de resolver processos em atraso.

“Há atualmente cerca de 500 portugueses no Luxemburgo que esperam por uma resposta de Portugal sobre a atribuição de reformas”, segundo revelou a secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, no mês passado à Rádio Latina.

Estes atrasos levaram o Estado português a destacar uma assistente da Segurança Social portuguesa para a Embaixada de Portugal no Luxemburgo.

Inicialmente prevista para novembro de 2019, aquela que devia ser a segunda permanência social de 2019, no Grão-Ducado, foi adiada para este mês de fevereiro, devido a razões “técnicas e orçamentais”, de acordo com a explicação avançada na altura pelo governo português.  


Notícias relacionadas

O secretário de Estado das Comunidades ouviu hoje queixas de imigrantes no Luxemburgo que esperam por uma resposta de Portugal para obterem a reforma, durante o encontro “Diálogos com a Comunidade”. Houve quem se queixasse de estar há dois anos à espera da pensão de sobrevivência, após a morte do marido, ou quem só precise de um ano para completar os 40 anos de descontos e obter a reforma no Luxemburgo, caso de um português que não consegue que lhe reconheçam o tempo de serviço militar.
Contacto, Merl, centre culturel portugais, José Luis CARNEIRO, secretaires d'Etat portugais photo Anouk Antony