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Mais de 1.500 refugiados ucranianos estão a viver em estruturas de acolhimento no Luxemburgo
Luxemburgo 2 min. 13.05.2022
Guerra na Ucrânia

Mais de 1.500 refugiados ucranianos estão a viver em estruturas de acolhimento no Luxemburgo

No Luxemburgo, foi concedido o estatuto de proteção temporária a 3.014 pessoas que fugiram da guerra na Ucrânia.
Guerra na Ucrânia

Mais de 1.500 refugiados ucranianos estão a viver em estruturas de acolhimento no Luxemburgo

No Luxemburgo, foi concedido o estatuto de proteção temporária a 3.014 pessoas que fugiram da guerra na Ucrânia.
Foto: AFP
Luxemburgo 2 min. 13.05.2022
Guerra na Ucrânia

Mais de 1.500 refugiados ucranianos estão a viver em estruturas de acolhimento no Luxemburgo

Tiago RODRIGUES
Tiago RODRIGUES
Mais de 1.500 refugiados ucranianos estão a viver em estruturas de acolhimento no Luxemburgo. No total, existem 19 instalações de alojamento no país, com uma capacidade de 2.369 camas.

De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, foi concedido o estatuto de proteção temporária a 3.014 pessoas que fugiram da guerra na Ucrânia. No total, mais de 4.500 ucranianos terão entrado no Luxemburgo.


Contacto, Réfugiés Ukrainien dans un restaurant Portugais, Ukraine, Bar, Restaurant, Foto: Chris Karaba/Luxemburger Wort
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Em comunicado, o Ministério refere ainda que existe atualmente uma rede de  19 instalações de alojamento, que é operada pelo Gabinete Nacional de Acolhimento (ONA), com uma capacidade de 2.369 camas. Até ao dia 10 de maio, 1.520 pessoas da Ucrânia estavam a viver nestas estruturas, incluindo 924 beneficiários de proteção temporária. A taxa de ocupação é neste momento de 64%.

Além da rede de alojamento para refugiados ucranianos, o ONA também acolhe requerentes de proteção internacional em 55 instalações de alojamento, com uma capacidade máxima de 3.628 camas. A taxa líquida de ocupação é atualmente de 95,5%.

Nova estrutura em Kirchberg vai abrir em várias fases a partir deste mês

A nova estrutura de alojamento para refugiados ucranianos em Kirchberg, na capital, vai abrir já este mês, mas em três fases. O "Edifício T", que costumava ser o edifício do Tribunal de Justiça da União Europeia, terá uma capacidade máxima de 1.200 camas.

O Ministério informou, esta sexta-feira, que os beneficiários de proteção temporária poderão ser alojados na nova estrutura após a sua estadia numa instalação de receção primária.


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O novo centro será no "edifício T", antigo edifício do Tribunal de Justiça da União Europeia, e terá uma capacidade de cerca de 1.200 pessoas.

O novo centro abrirá as portas em "meados de maio" e acomodará uma "população mista de famílias e de homens e mulheres solteiros", esclareceu o Ministério. Os residentes da estrutura beneficiarão de uma supervisão sócio-educativa fornecida pelos agentes da Caritas e da Cruz Vermelha.

Como o "Edifício T" está dividido em três blocos (A, B e C), a abertura da estrutura será feita em várias fases. Na primeira fase, o primeiro andar do Bloco A foi equipado com uma capacidade máxima de 151 camas. Cada bloco será montado em três fases (por andar), cada fase durando aproximadamente quatro a oito semanas.

Ministro Asselborn respondeu às questões dos residentes

Na quinta-feira, o ministro da Imigração e Asilo, Jean Asselborn, participou numa sessão de informação pública sobre a abertura da nova estrutura, em colaboração com o Sindicato de interesse local de Kirchberg (SILK) e a Cidade do Luxemburgo.

Durante a reunião, os residentes locais tiveram a oportunidade de fazer perguntas ao ministro, aos gestores e ao pessoal responsável no local, sobre o acolhimentos dos refugiados naquela estrutura, situada no número 90 da Boulevard Konrad Adenauer, em Kirchberg.


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A informação foi avançada ao Contacto pela burgomestre da Comuna, Marion Zovilé-Braquet, e depois confirmada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.

O ministro reconheceu "a solidariedade demonstrada pelos residentes do Luxemburgo durante esta troca de pontos de vista e aproveitou a oportunidade para agradecer às autoridades municipais da Cidade do Luxemburgo, ao Gabinete Nacional de Acolhimento e a todos os ministérios e organizações interessadas a sua contribuição para os esforços colectivos destinados a garantir um acolhimento digno das pessoas que fugiram da guerra na Ucrânia", lê-se no comunicado.

Asselborn foi acompanhado por Maurice Bauer, vereador da Cidade do Luxemburgo, Henri Bram, vice-presidente do Sindicato de interesse local de Kirchberg, representantes do ONA, dos ministérios envolvidos, da Caritas e da Cruz Vermelha Luxemburguesa. 

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