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Maioria da população aceitou bem o confinamento no Luxemburgo
Luxemburgo 07.07.2020

Maioria da população aceitou bem o confinamento no Luxemburgo

Maioria da população aceitou bem o confinamento no Luxemburgo

Foto: dpa-tmn
Luxemburgo 07.07.2020

Maioria da população aceitou bem o confinamento no Luxemburgo

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O Luxemburgo obteve bons resultados num estudo internacional realizado pela Universidade do Luxemburgo sobre as repercussões do confinamento na população. Este estudo analisa vários países, nomeadamente França, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia e Grão-Ducado.

Um dos pontos mais notórios das alterações provocadas pelo confinamento é o tempo passado com a família. Em média, um residente do Luxemburgo passou mais duas horas e meia com os seus filhos do que antes do confinamento.

No entanto, dos países analisados, o Grão-Ducado foi o que viu o seu tempo de trabalho menos reduzido. Por cá, 9% dos inquiridos declaram ter trabalhado menos horas durante o confinamento.

Já os sondados de França, Alemanha, Itália e Espanha responderam ter trabalhado até 20% a menos, tanto no local de trabalho como em teletrabalho. E justamente, relativamente ao teletrabalho, 60% dos inquiridos do Luxemburgo dizem que trabalharam a partir de casa durante o confinamento, contra 23% na Alemanha e 30% em França.

Uni.lu analisou também as repercussões do confinamento nos salários, sendo que o Luxemburgo é dos países analisados que menos sofreu cortes salariais. Em média, os trabalhadores nacionais viram o seu rendimento cair 4%, contra, por exemplo, 13% em Itália.

De uma forma geral, 78% da população do Grão-Ducado aceitou bem as medidas de confinamento decretadas pelo Governo. 

Em comparação, em França a aceitação não passa dos 55%.Foi em Itália e Espanha que os habitantes mais respeitaram as medidas de confinamento, pelo menos nas duas primeiras semanas. 

O Luxemburgo surge em terceiro lugar do pódio, com 90% dos residentes a afirmarem que respeitaram as medidas impostas pelo Executivo.  

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