Escolha as suas informações

Maior parte dos pedidos de desemprego parcial não se deve à situação financeira
Luxemburgo 27.12.2018 Do nosso arquivo online

Maior parte dos pedidos de desemprego parcial não se deve à situação financeira

Maior parte dos pedidos de desemprego parcial não se deve à situação financeira

Photo: Marc Wilwert
Luxemburgo 27.12.2018 Do nosso arquivo online

Maior parte dos pedidos de desemprego parcial não se deve à situação financeira

O chamado desemprego parcial está em alta, mas a situação financeira das empresas não é a principal razão do recurso ao mecanismo.

Segundo dados divulgados no último 'Flash Conjuntura' do Instituto Nacional de Estatística (STATEC), a maior parte das empresas que pede para beneficiar desta ajuda pública fá-lo por outras razões, como por exemplo devido a “problemas de abastecimento ligados ao nível excecionalmente baixo [das águas] do rio Reno” ou a “dificuldades resultantes da desorganização no seio do setor da indústria automóvel”.

No último trimestre de 2018, uma média de 13 empresas por mês recebeu o aval do Governo para poder funcionar com horário reduzido. Foi praticamente o dobro do número registado no início do ano (sete).

Atualmente, cerca de mil pessoas estão abrangidas por esta medida, um número que, mesmo assim, continua longe dos sete mil trabalhadores que beneficiaram do regime em 2009. Apesar de tudo, o STATEC prevê que o abrandamento laboral na indústria luxemburguesa se possa manter no final de 2018/início de 2019.

Recorde-se que os patrões que recorrem ao desemprego parcial comprometem-se a não despedir qualquer trabalhador por razões económicas. Em troca, o Estado garante 80% dos salários dos trabalhadores em situação de 'folga forçada'.


Notícias relacionadas