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Luxemburgueses são os mais deprimidos da UE
Luxemburgo 11.12.2019 Do nosso arquivo online

Luxemburgueses são os mais deprimidos da UE

Luxemburgueses são os mais deprimidos da UE

Foto: AFP
Luxemburgo 11.12.2019 Do nosso arquivo online

Luxemburgueses são os mais deprimidos da UE

Ana TOMÁS
Ana TOMÁS
Alemanha e Portugal surgem logo a seguir, segundo um estudo realizado pelo instituto alemão Robert Koch e publicado esta quarta-feira.

Os luxemburgueses são os europeus mais atingidos por sintomas depressivos, segundo revela o Inquérito de Saúde Europeu (Ehis), publicado esta quarta-feira, 11 de dezembro, pelo instituto público alemão Robert Koch. 

 O estudo mostra que 10% dos inquiridos do Grão-Ducado admitem sofrer de sintomas depressivos, o valor mais alto dos estados-membros e superior à média da União Europeia, que se situa nos 6,6%. 

A seguir ao Luxemburgo estão a Alemanha, com 9,2% de população que se afirma deprimida, Portugal, com 9,1%, e a Suécia, com 8,8%. 

Nos quatro países, são as mulheres as mais atingidas pela depressão e neste género é Portugal que está no topo, com uma taxa de resposta feminina de 12,9%. O Luxemburgo aparece logo a seguir, com 11,7%, seguindo-se a Suécia (11.2%) e a Alemanha (10,8%). 

O cenário inverte-se quando se analisa a percentagem de homens que reconhecem ser afetados por sintomas depressivos: 8,2% no Luxemburgo e apenas 4,7% em Portugal. Na Alemanha e na Suécia, as respostas afirmativas dos homens representam 7,6% e 6,5, respetivamente. 

 Depressão atinge mais jovens no Luxemburgo e mais velhos em Portugal 

 No Luxemburgo - assim como na Alemanha, Irlanda e Suécia -, são os jovens, com idades entre os 15 e os 29 anos, os mais atingidos pela depressão. 

Em contrapartida, em Portugal, é nos mais velhos, com 65 anos ou mais, que a doença é mais prevalente, atingindo 14,7% dos inquiridos, a percentagem mais alta nesta faixa etária. 

 Segundo mostra o estudo, esta é uma tendência que se verifica com maior incidência no sul da Europa, com a Roménia e a Itália a registarem a segunda e terceira mais alta taxa de incidência de sintomas depressivos nos idosos: respetivamente, 13,9% e 11,6%.


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