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Luxemburgo tem 240 camas para refugiados da Ucrânia. Governo quer aumentar
Luxemburgo 10.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

Luxemburgo tem 240 camas para refugiados da Ucrânia. Governo quer aumentar

Famílias ucranianas em Medyka, na Polónia depois de terem atravessado a fronteira com a Ucrânia.
Guerra na Ucrânia

Luxemburgo tem 240 camas para refugiados da Ucrânia. Governo quer aumentar

Famílias ucranianas em Medyka, na Polónia depois de terem atravessado a fronteira com a Ucrânia.
Foto: Louisa Gouliamaki/AFP
Luxemburgo 10.03.2022 Do nosso arquivo online
Guerra na Ucrânia

Luxemburgo tem 240 camas para refugiados da Ucrânia. Governo quer aumentar

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O Executivo está a analisar a situação com as comunas para aumentar a capacidade de acolhimento de refugiados no país.

O Governo luxemburguês colocou à disposição 240 camas para refugiados que chegam diariamente da Ucrânia. Atualmente há 200 camas no centro de acolhimento de urgência para estas pessoas em Kirchberg (SHUK) e mais 40 camas num estabelecimento no Findel.

Numa resposta parlamentar, os ministros do Interior e dos Negócios Estrangeiros referem que o Executivo está a analisar a situação para aumentar a capacidade de acolhimento de refugiados no país.

A oferta de alojamento nas comunas está a ser analisada pelo Gabinete Nacional de Acolhimento (ONA, no acrónimo em francês). Os ministros salientam ainda que o alojamento em hotéis ou nos albergues da juventude também está a ser equacionado. Ate há data, há pelo menos um hotel na capital que vai acolher quem foge da guerra na Ucrânia.


A grande maioria dos refugiados da Ucrânia que chega ao Grão-Ducado são mulheres e crianças que tiveram de deixar pais, irmãos e filhos para trás.
Mães do Luxemburgo juntam-se para integrar mães ucranianas e os filhos
O objetivo é que estas mulheres se encontrem e façam atividades juntas com os seus filhos para as ajudar na integração no novo país.

Ao mesmo tempo, muitas famílias que se voluntariaram para acolher refugiados da Ucrânia, ou ajudar no transporte desde as fronteiras da Ucrânia até ao Luxemburgo. O Contacto falou com duas dessas famílias, uma portuguesa e um casal russo

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Para o ministro dos Negócios Estrangeiros, Jean Asselborn, o maior desafio é garantir um espaço para os refugiados. "Por enquanto, estamos a garantir lugar para todos, mas quanto mais tempo Putin continuar esta guerra bárbara, mais difícil será a tarefa."
Refugiados ucranianos.
Centro de acolhimento para refugiados da Ucrânia já está a funcionar na capital. O Grão-Ducado vai ainda conceder "estatuto de proteção temporária" às famílias que tiveram de fugir da Ucrânia após a invasão russa.