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Breves Luxemburgo 29.01.2021

O Luxemburgo está sob aviso amarelo até ao final da tarde de hoje devido ao vento forte.

O alerta entrou em vigor na última madrugada e ficará em vigor até às 18:00, abrangendo todo o território nacional.

As previsões do instituto luxemburguês de meteorologia (MeteoLux) apontam para ventos fortes, com rajadas entre os 65 e os 70 km/h.  

Breves Luxemburgo 04.12.2022

Houve vários acidentes no Luxemburgo na noite de sábado, relata o CGDIS. 

Cerca das 21 horas, um carro teve um acidente no RN06 entre Windhof e Steinfort, provocando um ferido. Os serviços de emergência do Luxemburgo e Steinfort estiveram no local. 

Às 21h40, um carro pegou fogo na A13, direcção Schengen, no túnel de Markusbierg. 

Mais tarde, por volta da 1.40 da manhã, um carro teve um acidente em Soleuvre, rue de Sanem, deixando uma pessoa ferida. 

Mais tarde, cerca das 3h20, dois carros colidiram na A6, na direcção de Arlon, perto de Strassen, provocando um ferido. Os serviços de emergência de Mamer e do Luxemburgo estiveram no local.

Breves Mundo 3 min. 03.12.2022

O Consulado-Geral de Portugal em Joanesburgo vai encerrar para atendimento a partir de segunda-feira, devido a uma greve de seis semanas convocada pelo sindicato dos trabalhadores nas missões diplomáticas e postos consulares, disse hoje fonte consular à Lusa.

A greve conta com a “adesão a 100%” dos 14 funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), em Joanesburgo, e das duas funcionárias no posto consular na cidade portuária de Durban, que também estará encerrado para atendimento na província sul-africana de KwaZulu-Natal, sudeste do país, adiantou.

De acordo com a mesma fonte, apenas a cônsul-geral Graça Fonseca e três funcionárias externas ao MNE irão estar nas instalações em Joanesburgo à porta fechada.

As funcionárias consulares em Joanesburgo, a maior jurisdição consular no país com cerca de 200 mil portugueses registados, reivindicam aumentos salariais há mais de 10 anos, subidas de carreira que foram congeladas, correção cambial, entre outros, explicou a mesma fonte consular à Lusa.

No mês passado, as funcionárias do Consulado-Geral na capital económica da África do Sul manifestaram também as suas preocupações com os encargos acrescidos com a falta de segurança devido à elevada criminalidade no país, falta de transporte adequado e seguro, disparidades nos salários entre os quadros antigos e as contratações recentes, falta de pessoal efetivo, que consideram gritante, entre outros, ao secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Paulo Cafôfo, na sua primeira visita oficial ao país para contactar a comunidade portuguesa, salientou.

Contactada pela Lusa, a chancelaria não deu a conhecer até ao momento se a greve vai afetar o funcionamento da rede diplomática e consular em Pretória, a capital do país, e Cidade do Cabo.

De janeiro deste ano a julho, os postos consulares (Joanesburgo, Cidade do Cabo e Pretória) realizaram cerca de 21 mil atos consulares. Em termos de apoios sociais, foram concedidos cerca de 50 apoios desde 2017, segundo fonte do MNE português à Lusa.

A África do Sul enfrenta uma incerteza política após um escândalo de corrupção envolvendo o Presidente da República, Cyril Ramaphosa, que considerou demitir-se do cargo na quinta-feira.

Dados oficiais indicam que o desemprego é superior a 44,4% no país com mais de 60 milhões de habitantes, onde os cortes diários de energia e de água são cada vez mais frequentes devido à degradação de infraestruturas públicas.

A inflação anual dos preços ao consumidor na África do Sul atingiu um novo recorde de 7,8% em julho, o nível mais alto em 13 anos, mas a inflação anual para bens não duradouros também se situou em julho em 14,4%.

Na apresentação ao parlamento das estatísticas trimestrais do crime no país, em 23 de novembro, o ministro da Polícia da África do Sul, Bheki Cele, considerou que a criminalidade, agressão e a violência no país atingiram níveis “preocupantes”, com mais de 7.000 homicídios e 4.000 raptos reportados em três meses.

No período entre julho e setembro deste ano, a província do KwaZulu-Natal registou o maior número de homicídios com arma de fogo - 808 casos -, seguida de Gauteng com 768 casos, segundo o ministro sul-africano.

A greve dos trabalhadores nas missões diplomáticas e postos consulares, para decorrer entre 05 de dezembro deste ano e 12 de janeiro de 2023, foi decretada pelo Sindicato dos Trabalhadores Consulares, das Missões Diplomáticas e dos Serviços Centrais (STCDE) do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Dados oficiais do Ministério das Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul estimam em cerca de 700 mil pessoas a comunidade portuguesa e lusodescendente na maior economia africana, nomeadamente em províncias de grande densidade populacional como Gauteng, KwaZulu-Natal e Cabo Ocidental.

A jornalista Jill Jolliffe entrega o Prémio de Personalidade do ano de 1990, atribuido pela Associação de Imprensa Estrangeira ao secretário de Estado da Cooperação, de então, José Manuel Durão Barroso. 

António Cotrim / Lusa
Breves Mundo 2 min. 03.12.2022

A jornalista australiana Jill Jolliffe, que testemunhou as primeiras incursões militares indonésias em Timor-Leste, morreu na sexta-feira, aos 77 anos de idade, afirmou à agência Lusa fonte ligada à família.

A jornalista, que chegou a viver em Portugal, testemunhou as primeiras incursões militares indonésias em território timorense, em setembro de 1975, tendo noticiado a morte de cinco colegas de profissão em outubro daquele ano (Brian Peters, Greg Shackleton, Gary Cunningham, Malcolm Rennie e Tony Stewart), assassinados na localidade de Balibó, tendo ficado conhecidos como os “Cinco de Balibó”.

Os cinco jornalistas foram mortos numa operação clandestina das forças especiais da Indonésia, em preparação para a invasão do território, que era até então uma colónia portuguesa.

O livro que Jill Jolliffe escreveu, "Cover Up - The inside story of the Balibo Five", inspirou a longa-metragem realizada por Robert Connolly e protagonizada por Anthony LaPaglia, que estreou em 2009 na Austrália.

O antigo presidente timorense Xanana Gusmão lamentou hoje a morte da jornalista australiana.

“É com grande tristeza que soubemos da morte de Jill Jolliffe, uma aclamada jornalista australiana, ativista política e que sempre lutou pela justiça em Timor-Leste. Jill era uma heroína do povo timorense”, afirmou Xanana Gusmão, numa nota enviada à agência Lusa.

“Jill foi uma ativista, uma rebelde, uma lutadora. Expôs de forma persistente a realidade da ocupação militar indonésia e apoiou a luta do povo timorense. Terá sempre um lugar especial na nossa história nacional. Ela é uma de nós”, afirmou.

Xanana Gusmão salientou que a jornalista apoiou a luta de independência timorense, com grandes sacrifícios pessoais, recordando a cobertura que fez em 1975, aquando das primeiras incursões indonésias e do caso dos “Cinco de Balibó”.

“Jill estava em Dili para cobrir a proclamação de independência a 28 de novembro de 1975. Ela tirou fotografias dos nossos líderes, incluindo do presidente Nicolau Lobato, que serão para sempre imagens preciosas e icónicas para a nossa nação”, recordou o antigo presidente timorense.

Para Xanana Gusmão, Jill Jolliffe tornou-se “uma ativista incansável pela causa timorense, trabalhando de forma inexorável para expor os horrores da ocupação [indonésia] ao mundo”.

A jornalista, que publicou o seu primeiro livro sobre Timor em 1978, regressou ao país em 1994, tendo encetado uma viagem clandestina pelas montanhas para entrevistar um dos líderes da resistência, Konis Santana, por forma a expor os abusos dos direitos humanos por parte das forças indonésias no país.

Jill Jolliffe recebeu em 2014 a Medalha da Ordem da Solidariedade por parte do Governo de Timor-Leste.

Breves Luxemburgo 03.12.2022

Tudo aconteceu às 21h30min, na CR179 entre Leudelange e Cessange, um carro bateu contra uma vedação. Como resultado deste violento acidente, uma pessoa morreu, confirmou a polícia este sábado de manhã à RTL. Uma ambulância, o CGDIS e o Samu da cidade do Luxemburgo estiveram no local.