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Luxemburgo pronto para dizer adeus às máscaras e ao CovidCheck
Luxemburgo 04.03.2022
Covid-19

Luxemburgo pronto para dizer adeus às máscaras e ao CovidCheck

Covid-19

Luxemburgo pronto para dizer adeus às máscaras e ao CovidCheck

Guy Jallay
Luxemburgo 04.03.2022
Covid-19

Luxemburgo pronto para dizer adeus às máscaras e ao CovidCheck

Redação
Redação
Se a nova 'lei covid' for aprovada na Câmara dos Deputados, na próxima semana, a obrigatoriedade de máscaras e do CovidCheck fica restringida aos lares e hospitais.

À semelhança do que tem acontecido noutros países, também o Luxemburgo decidiu aligeirar as restrições sanitárias devido à covid-19, uma vez que a situação pandémica parece estar controlada e a maioria da população tem já a vacinação completa contra o vírus. 

Em conferência de imprensa nesta sexta-feira, o primeiro-ministro Xavier Bettel e a ministra da Saúde, Paulette Lenert, anunciaram mais um pacote de medidas integradas na nova 'lei covid' que serão votadas no Parlamento, na próxima semana. Caso sejam aprovadas, é praticamente o fim do uso da máscara facial e da obrigatoriedade de CovidCheck para frequentar a maioria dos locais.  

Sendo assim, tanto nos restaurantes, escolas, supermercados ou atividades de lazer, as pessoas deixam de ser obrigadas a usar a máscara de proteção. Porém, fica a recomendação de respeitar os gestos barreira. A exceção continua a ser nos lares, hospitais e nos transportes públicos, onde a máscara será exigida. 

Em relação ao CovidCheck, deixa de ser exigido no trabalho ou outros espaços, mas vai manter-se, por enquanto, no lares e hospitais. Outras das mudanças é que os eventos deixam de ter lotação limitada. 

Como uma gripe 

Apesar de uma aparente retoma de normalidade, "devemos continuar a testar-nos quando temos sintomas, podemos continuar a usar máscaras", encoraja Lenert, apesar de garantir que já não existem "grandes riscos para a saúde pública". Para a minsitra, "é preciso aprender a lidar com a covid-19 como uma gripe, como uma doença contagiosa clássica".

O primeiro-ministro, Xavier Bettel, esclareceu que é preciso continuar a ser vigilante, até porque a pandemia ainda não está erradicada e o Governo olha para o outono e inverno deste ano com alguma "cautela", altura em que podem surgir novas vagas de infeção. 

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