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Luxemburgo preparado caso seja necessária terceira dose da vacina
Luxemburgo 29.06.2021
Covid-19

Luxemburgo preparado caso seja necessária terceira dose da vacina

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Luxemburgo preparado caso seja necessária terceira dose da vacina

Foto: AFP
Luxemburgo 29.06.2021
Covid-19

Luxemburgo preparado caso seja necessária terceira dose da vacina

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Ainda não se sabe se uma terceira dose da vacina anticovid-19 vai ser necessária, mas se for o caso, o Luxemburgo está preparado para esse facto. A garantia é dada pela ministra da Saúde, Paulette Lenert, numa resposta parlamentar ao deputado do ADR, Jeff Engelen.

Com as novas variantes do SARS-CoV-2, mais contagiosas, as autoridades de saúde defrontam-se com a possibilidade de que as atuais vacinas não sejam eficazes contra as novas variantes, nomeadamente as de duas doses.

Ao mesmot tempo, a ciência ainda não tem resposta para inúmeras dúvidas sobre a vacinação. Durante quanto tempo dura a imunidade? É possível ser inoculado com uma terceira dose com a mesma vacina ou pode cruzar-se os fármacos? Quem precisa de uma terceira dose? Os idosos, as pessoas vulneráveis ou toda a população? Perguntas para as quais a ministra diz ainda não ter resposta, estando a aguardar a conclusão de vários estudos ainda a decorrer.


Por enquanto Luxemburgo não vai combinar duas vacinas diferentes
Vários países já fazem o cruzamento de vacinas contra a covid-19, incluindo França, Alemanha e Portugal.

Mas Lenert garante que na iminência de uma terceira dose, o Luxemburgo tem várias opções para garantir doses da vacina contra a covid-19 para os próximos meses e até um ano. 

A responsável pela pasta da Saúde diz ainda que caso só as pessoas de idade ou vulneráveis necessitem de uma terceira vacina, o processo passará pelos médicos de família. No caso de ser necessário vacinar toda a população, caberá aos centros de vacinação essa gestão, tal como já acontece. Na resposta, Paulette Lenert reitera ainda que o Luxemburgo não pretende tornar a vacinação contra o novo coronavírus obrigatória.

Ao contrário do Luxemburgo, a homólogo de Lenert, Marta Temido admitiu recentemente que a vacina possa vir a fazer parte do programa nacional de vacinação no futuro.

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Paulette Lenert, a ministra da Saúde apela à vacinação.