Escolha as suas informações

Luxemburgo na rua para defender o direito ao aborto
Luxemburgo 24 28.06.2022
Lei do aborto

Luxemburgo na rua para defender o direito ao aborto

Lei do aborto

Luxemburgo na rua para defender o direito ao aborto

Anouk Antony
Luxemburgo 24 28.06.2022
Lei do aborto

Luxemburgo na rua para defender o direito ao aborto

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
Cerca de 150 pessoas protestaram, esta tarde, em frente à Embaixada dos Estados Unidos no Luxemburgo. Veja a fotogaleria.

No início da tarde desta terça-feira, 28, um protesto contra a revogação do direito federal ao aborto nos Estados Unidos juntou mais de uma centena de pessoas em frente à Embaixada dos EUA. A RTL avança que terão sido 150 os manifestantes. 

Cartazes com todo o tipo de mensagens foram levantados mas há uma frase que sobressai: "My body, my choice" ("O meu corpo, a minha escolha"). Mulheres de todas as idades, homens, mães que carregam os filhos bebés ao colo, marcharam até à porta do edifício oficial para defender o direito ao aborto. 

Houve quem, para além dos cartazes, quisesse passar uma mensagem com o vestuário. Usando o figurino das personagens femininas da série "Handmaid's Tale", esta dupla de mulheres protestou na capital. 


A iniciativa partiu de uma ação conjunta da Plataforma de Planeamento Familiar do Luxemburgo e do Dia Internacional da Mulher (JIF), que reúne 20 organizações que trabalham em defesa da igualdade entre mulheres e homens.


Supremo dos EUA anula direito ao aborto no país
Os juízes da mais alta instância judicial norte-americana, atualmente com uma maioria conservadora, decidiram anular a decisão do processo “Roe vs. Wade”, que, desde 1973, protegia o direito das mulheres à interrupção da gravidez no país.

"O Supremo Tribunal dos EUA acaba de anular a decisão que garantia o direito ao aborto. Este é um enorme revés para o aborto, nos EUA E em todo o mundo. Gritaremos a nossa raiva pela igualdade e por todas as mulheres privadas de autodeterminação sobre os seus corpos e, consequentemente, sobre o seu futuro reprodutivo, pessoal, social e profissional", lê-se no comunicado.  

"Sempre que os direitos ao aborto são atacados algures, as ondas de choque alastram a outros países. Lembrem-se que a taxa de aborto em países que proíbem o aborto e a taxa de aborto em países que permitem o aborto têm uma diferença nas estatísticas. A prática do aborto não pode ser evitada no mundo. A sua eliminação conduz inegavelmente à clandestinidade!", lembram as instituições. 

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas

Os juízes da mais alta instância judicial norte-americana, atualmente com uma maioria conservadora, decidiram anular a decisão do processo “Roe vs. Wade”, que, desde 1973, protegia o direito das mulheres à interrupção da gravidez no país.