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Luxemburgo junta-se a 50 países da ONU e acusa: "Putin é o agressor"
Luxemburgo 2 min. 26.02.2022 Do nosso arquivo online
Guerra

Luxemburgo junta-se a 50 países da ONU e acusa: "Putin é o agressor"

Guerra

Luxemburgo junta-se a 50 países da ONU e acusa: "Putin é o agressor"

Guy Jallay
Luxemburgo 2 min. 26.02.2022 Do nosso arquivo online
Guerra

Luxemburgo junta-se a 50 países da ONU e acusa: "Putin é o agressor"

Lusa
Lusa
A declaração subscrita por meia centena de países promete levar a condenação da Rússia à Assembleia Geral da ONU. Por seu turno, o presidente ucraniano pede para Europa decidir agora a adesão do seu país à UE.

Luxemburgo e Portugal são dois dos 50 países que subscreveram nas Nações Unidas uma declaração sublinhando que "Putin é o agressor" da Ucrânia, e prometendo levar a condenação da Rússia à Assembleia Geral da ONU, depois do veto russo a uma resolução do Conselho de Segurança.

"O presidente Putin escolheu violar a soberania da Ucrânia. O presidente Putin escolheu violar a lei internacional. O presidente Putin escolheu violar a Carta da ONU. O presidente Putin optou por lançar bombas em Kiev, para forçar as famílias a fazer as malas e abrigarem-se em estações de metropolitano. O presidente Putin é o agressor aqui. Não há meio termo", refere a declaração conjunta, divulgada após o veto russo a uma resolução do Conselho de Segurança da ONU sobre a agressão da Rússia à Ucrânia

 Sendo um dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (P5), a Rússia tem poder de veto nas votações.

 A Rússia vetou ontem uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas condenando a sua agressão à Ucrânia, isolada numa votação que alcançou 11 votos a favor e três abstenções, incluindo da China.

Em causa está uma resolução copatrocinada pelos Estados Unidos e Albânia, condenando a Rússia, "nos termos mais fortes", pela sua "agressão contra a Ucrânia" e pedindo-lhe que retire "imediatamente" as suas tropas daquele país vizinho. 


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O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu hoje à União Europeia (UE) para tomar agora uma decisão sobre a adesão do seu país ao bloco europeu.

“Está na hora de encerrar, de uma vez por todas, a longa discussão e decidir sobre a adesão da Ucrânia à União Europeia”, escreveu Volodymyr Zelensky através do Twitter, depois de ter falado hoje ao telefone com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, no que descreveu como “um novo dia na frente diplomática”.

O Presidente ucraniano disse ter discutido com Charles Michel a “ajuda efetiva e a luta heroica dos ucranianos pelo seu futuro livre”.

Volodymyr Zelensky falou também com o Presidente francês, Emmanuel Macron, garantindo, num outro 'tweet' sobre este telefonema, “que as armas e equipamento dos nossos parceiros estão a caminho da Ucrânia”.


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“A aliança contra a guerra está a funcionar”, referiu depois de uma noite difícil de luta do exército ucraniano contra as tropas russas.

A Rússia lançou na quinta-feira de madrugada uma ofensiva militar na Ucrânia, com forças terrestres e bombardeamento de alvos em várias cidades.

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