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Luxemburgo encomendou 500 mil autotestes, primeiros chegam na próxima semana
Luxemburgo 12.03.2021 Do nosso arquivo online

Luxemburgo encomendou 500 mil autotestes, primeiros chegam na próxima semana

Luxemburgo encomendou 500 mil autotestes, primeiros chegam na próxima semana

AFP
Luxemburgo 12.03.2021 Do nosso arquivo online

Luxemburgo encomendou 500 mil autotestes, primeiros chegam na próxima semana

Diana ALVES
Diana ALVES
O Luxemburgo encomendou 500 mil autotestes de rastreio à covid-19 e os primeiros deverão chegar já na próxima semana, segundo notícia avançada pelo jornal L’Essentiel.

Em causa estão testes rápidos que podem ser feitos de forma autónoma, pelo nariz. O diário, que cita a Direção da Saúde, escreve esta sexta-feira que “o fornecedor do Grão-Ducado é alemão e os testes são chineses”.

Como já tinha sido anunciado, os primeiros autotestes serão utilizados nas escolas, no âmbito de um projeto-piloto que arranca dentro de uma semana e meia em alguns estabelecimentos de ensino. O objetivo é avaliar esta forma de rastreio, para depois a alargar a todas as escolas do país. Fase essa que está prevista para depois das férias da Páscoa.


Pessoas já vacinadas vão continuar a receber convite para participar nos testes em larga escala
O objetivo é determinar se as pessoas que já foram vacinadas são portadoras do vírus, podendo eventualmente transmiti-lo a outras pessoas.

Thomas Dentzer, da Direção da Saúde, disse ainda ao jornal que professores e alunos poderão fazer o teste, cujo resultado é disponibilizado no espaço de 15 minutos, sendo que, no caso dos alunos, será necessária uma autorização dos pais. 

O diário frisa, contudo, que, tal como acontece com os outros testes ou com a vacina, também estes testes rápidos serão facultativos. A aposta neste tipo de exame de rastreio está contemplada na terceira fase do programa de testes em larga escala (Large Scale Testing).

Em conferência de imprensa, a ministra da Saúde, Paulette Lenert, avançou ontem que o objetivo é que, além das escolas, os autotestes cheguem também às empresas e às casas das pessoas, escreve a edição francesa do Luxemburger Wort.  

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