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Luxemburgo e mais sete países pedem campanha de vacinação conjunta
Luxemburgo 16.12.2020 Do nosso arquivo online

Luxemburgo e mais sete países pedem campanha de vacinação conjunta

Luxemburgo e mais sete países pedem campanha de vacinação conjunta

Luxemburgo 16.12.2020 Do nosso arquivo online

Luxemburgo e mais sete países pedem campanha de vacinação conjunta

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
Os ministros da Saúde do grupo de oito estados exigem também orientações comuns entre os países-membros no que toca à campanha de vacinação dirigida aos trabalhadores transfronteiriços.

Os ministros da Saúde do Luxemburgo, Alemanha, França, Bélgica, Itália, Espanha, Países Baixos e Suíça defendem que os Estados-membros da União Europeia devem iniciar de maneira conjunta a campanha de vacinação contra a covid-19.

Depois da reunião desta terça-feira, por videoconferência, os oito países alertam em comunicado conjunto para a "necessidade de se coordenar os esforços para uma utilização segura, eficiente e transparente das vacinas anti-covid".

O Luxemburgo e os sete países signatários do texto defendem, entre outras medidas, a coordenação do início da campanha de vacinação, uma rápida partilha de informações entre as autoridades nacionais e uma comunicação transparente dirigida à população sobre a vacinação e as formas como ela vai ser feita.

Os ministros da Saúde exigem também orientações comuns entre os países-membros no que toca à campanha de vacinação dirigida aos trabalhadores transfronteiriços.

Recorde-se que a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, exortou hoje a União Europeia a iniciar "tão cedo quanto possível" uma campanha de vacinação contra a covid-19, a arrancar em simultâneo nos 27 Estados-membros.

O executivo de Bruxelas encomendou para já 1,3 mil milhões de doses de vacinas a seis farmacêuticas (BioNTech/Pfizer, Moderna, AstraZeneca/Universidade de Oxford, Sanofi/GSK, Johnson & Johnson e Curevac).  

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Bruxelas havia adquirido 200 milhões de doses desta vacina, que contava que fossem administradas até setembro de 2021, tendo agora decidido reservar mais 100 milhões de doses, mesmo contando dispor muito em breve de outras vacinas contra a covid-19, dado ter uma ampla carteira de potenciais vacinas.