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Luxemburgo é dos países com menor percentagem de infeções nos cuidados continuados
Luxemburgo 11.11.2019 Do nosso arquivo online

Luxemburgo é dos países com menor percentagem de infeções nos cuidados continuados

Luxemburgo é dos países com menor percentagem de infeções nos cuidados continuados

Foto: Anouk Antony
Luxemburgo 11.11.2019 Do nosso arquivo online

Luxemburgo é dos países com menor percentagem de infeções nos cuidados continuados

No Luxemburgo, uma média de 12,4% das pessoas com 65 anos ou mais precisou de cuidados continuados em 2017.

O Luxemburgo é um dos países da OCDE com menor percentagem de doentes em cuidados continuados que contraíram pelo menos uma infeção associada aos cuidados de saúde.

De acordo com o relatório “Panorama da Saúde 2019”, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no período 2016-2017 no Luxemburgo, 1,9% dos doentes em cuidados continuados registaram pelo menos uma infeção associada aos cuidados de saúde, um valor abaixo da média da organização (3,8%).

O país com menor taxa de infeções é a Lituânia (0,9%), seguida da Hungria (1%), Suécia (1,6%), Alemanha (1,7%) e o Luxemburgo (1,9%).

Já Portugal está no extremo oposto, com 5,9% de doentes que registaram pelo menos uma infeção associada aos cuidados de saúde. Pior mesmo, só a Grécia (6,3%) e a Espanha (8,5%).

No Luxemburgo, uma média de 12,4% das pessoas com 65 anos ou mais precisou de cuidados continuados em 2017, ligeiramente acima da média da OCDE (10,8%), enquanto Portugal tem uma das médias mais baixas, com 1,9%.

A OCDE lembra ainda que muitas pessoas que precisam de cuidados continuados preferem tê-los nas suas casas o maior tempo possível.

No Luxemburgo, por exemplo, 57% destes doentes receberam cuidados continuados em casa, através de serviços domiciliários.

O relatório "Panorama da Saúde 2019" revela ainda que a esperança média de vida no Luxemburgo é de 82 anos.

HB / Lusa


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