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Luxemburgo é 10° no ranking da corrupção, Portugal mantém 28° lugar
Luxemburgo 2 min. 27.01.2016 Do nosso arquivo online
Transparência Internacional

Luxemburgo é 10° no ranking da corrupção, Portugal mantém 28° lugar

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Luxemburgo é 10° no ranking da corrupção, Portugal mantém 28° lugar

Foto: Shutterstock
Luxemburgo 2 min. 27.01.2016 Do nosso arquivo online
Transparência Internacional

Luxemburgo é 10° no ranking da corrupção, Portugal mantém 28° lugar

Dinamarca, Finlândia e Suécia são os países europeus onde há um sentimento menor de corrupção no sector público, segundo o Índice de Transparência Internacional. O Luxemburgo ocupa a décima posição, enquanto Portugal mantém o 28° lugar.

Dinamarca, Finlândia e Suécia são os países europeus onde há um sentimento menor de corrupção no sector público, segundo o Índice de Transparência Internacional. O Luxemburgo ocupa a décima posição, partilhada com a Alemanha e o Reino Unido (descendo um lugar em relação ao ano passado), enquanto Portugal mantém o 28° lugar.

No Índice da Transparência Internacional relativo a 2015, divulgado esta quarta-feira, Portugal aparece na 28ª posição à frente da Espanha (36º) e de Itália (61º). Comparando ainda com o índice do ano passado, Portugal mantém inalterado o nível de corrupção percepcionada, arrecadando 63 pontos, numa escala de zero a 100.

O ranking analisa a percepção da corrupção no sector público de 168 países e, a título meramente comparativo, percebe-se que a percepção dos portugueses está ao mesmo nível da dos cidadãos do Botswana.

Do universo total, o Brasil regista a pior queda, descendo sete lugares, para a 76ª posição. O escândalo da Petrobrás, que coloca altas figuras da esfera empresarial e do Estado brasileiro sob suspeita, é o principal motivo para este resultado.

O Luxemburgo está na liga dos dez países onde há um sentimento menor de corrupção no sector público
O Luxemburgo está na liga dos dez países onde há um sentimento menor de corrupção no sector público
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Entre os países de língua oficial portuguesa, Angola está em 163° lugar entre 168 países e continua a registar a maior percepção de corrupção no sector público. No conjunto dos lusófonos, Portugal regista o menor índice de corrupção percepcionada pela opinião pública.

Numa perspectiva mais global, Dinamarca, Finlândia e Suécia são, por esta ordem, os países onde há um sentimento menor de corrupção no sector público. O primeiro país não europeu ao alto da classificação é a Nova Zelândia, que ocupa a quarta posição do ranking.

O relatório da Transparência Internacional, que avalia o sentimento de corrupção nas opiniões públicas, considera que os países mais bem colocados apresentam diversos aspectos em comum: entre eles o alto nível de liberdade de imprensa, o acesso a informação sobre o orçamento, altos níveis de integridade entre as pessoas no poder e sistemas judiciários independentes que não diferenciam ricos e pobres. Precisamente o contrário daquilo que é percepcionado na Coreia do Norte e na Somália, apresentados como os piores casos de corrupção ao nível mundial.


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