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Luxemburgo deverá receber mais de 84 mil doses de vacinas anticovid-19 até final do mês
Luxemburgo 03.06.2021

Luxemburgo deverá receber mais de 84 mil doses de vacinas anticovid-19 até final do mês

Luxemburgo deverá receber mais de 84 mil doses de vacinas anticovid-19 até final do mês

Ole Spata/dpa
Luxemburgo 03.06.2021

Luxemburgo deverá receber mais de 84 mil doses de vacinas anticovid-19 até final do mês

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O Luxemburgo está atualmente na fase 6 da campanha de vacinação e já está a enviar convites para as pessoas com menos de 40 anos.

O Luxemburgo deverá receber 84.145 doses de vacinas anticovid-19 até ao final deste mês de junho. Um número avançado pelo Ministério da Saúde no seu último boletim semanal. Dessas cerca de 84 mil doses, 68.445 são da Pfizer/Biontech, o fármaco (Comirnaty, nome comercial da vacina desta farmacêutica) mais administrado até à data no Grão-Ducado. Seguem-se 10.200 doses da Moderna.

Já a farmacêutica da AstraZeneca (Vaxzevria, nome comercial do fármaco) vai entregar ao Luxemburgo 5.500 doses do seu fármaco anticovid. Esta vacina é administra a maiores de 55 anos. Os residentes da faixa etária 30-54 anos também a podem receber caso se tenham inscrito na lista de voluntários. Segundo o primeiro-ministro, Xavier Bettel, das cerca de 34 mil pessoas que se inscreveram para receber a AstraZeneca, ainda falta enviar convite para 4.500 pessoas.

Em contrapartida, não está previsto a entrega da vacina Janssen (dos laboratórios Johnson & Johnson) até ao final do mês, o único fármaco atualmente disponível em que só é preciso administrar uma dose.

Até à data foram administradas 356.322 doses de vacinas anticovid no país, sendo que 123.941 pessoas já receberam duas doses.

O Luxemburgo está atualmente na fase 6 da campanha de vacinação e já está a enviar convites para as pessoas com menos de 40 anos.

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Na conferência de imprensa da passada sexta-feira, o primeiro-ministro fez ainda especial menção aos "médicos, enfermeiros e empregados de supermercado que atravessam a fronteira todos os dias" sem os quais "o Luxemburgo não seria capaz de gerir" esta crise pandémica.