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Luxemburgo. Consultas e cirurgias programadas podem vir a ser canceladas pelos hospitais
Luxemburgo 18.11.2020

Luxemburgo. Consultas e cirurgias programadas podem vir a ser canceladas pelos hospitais

Luxemburgo. Consultas e cirurgias programadas podem vir a ser canceladas pelos hospitais

Foto: Wort
Luxemburgo 18.11.2020

Luxemburgo. Consultas e cirurgias programadas podem vir a ser canceladas pelos hospitais

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
O plano de contingência hospitalar entrou na fase 4. Os recursos e pessoal passam a estar concentrados nas unidades covid-19, caso haja necessidade.

A célula de crise covid-19 do Ministério da Saúde decidiu terça-feira ativar a fase 4 do Plano de contingência hospitalar devido à situação da epidemia no país, anunciou e edição francesa do Wort, esta tarde.

Atualmente, quase 50% das camas das unidades dos cuidados intensivos estão ocupadas com doentes infetados pelo novo coronavírus. No total, existem 90 camas nas UCI do país. Perante os casos diários de infeções e o aumento diário de internamentos nas UCI a ativação da fase 4 já estava “iminente” como assumiu há dias a ministra da Saúde, Paulette Lenert.

Isso significa que os quatro centros hospitalares do Luxemburgo são agora oficialmente encorajados a “adiar todas as intervenções cirúrgicas que possam ser adiadas sem consequências negativas para o doente”. O mesmo se passa com as consultas agendadas consideradas não essenciais. As consultas e operações urgentes continuarão a ser realizadas.

Desta maneira, os hospitais podem assim libertar camas, profissionais de saúde e funcionários para os serviços e unidades com doentes covid-19.

Alguns hospitais já tinham começado a reorganizar os seus serviços para fazer face ao número elevado de doentes infetados pelo novo coronavírus nesta segunda vaga da epidemia.

O mesmo já aconteceu na primeira vaga, o que originou o adiamento das consultas e cirurgias, o encerramento provisório de serviços hospitalares, de urgências em certos hospitais que passaram a concentrar este serviço noutros centros.

Atualmente, face ao nível elevado de casos de infeção, toda esta reorganização irá ser feita de novo.

“Os hospitais estão sob pressão”, declarou a ministra Paulette Lenert salientando que tem de “existir margem de manobra” para que “todos os doentes infetados pelo vírus e outros possam continuar a ser tratados”.  

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