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Legislativas: Paulo Pisco refuta acusações sobre falta de informação do voto presencial
Luxemburgo 2 min. 16.09.2019 Do nosso arquivo online

Legislativas: Paulo Pisco refuta acusações sobre falta de informação do voto presencial

Legislativas: Paulo Pisco refuta acusações sobre falta de informação do voto presencial

Foto: Gerry Huberty
Luxemburgo 2 min. 16.09.2019 Do nosso arquivo online

Legislativas: Paulo Pisco refuta acusações sobre falta de informação do voto presencial

Manuela PEREIRA
Manuela PEREIRA
O deputado socialista defende contudo que o Consulado-Geral de Portugal no Luxemburgo devia ter promovido uma campanha de sensilização junto dos eleitores.

O deputado do Partido Socialista (PS) e recandidato à Assembleia da República, pelo círculo eleitoral da Europa, nas legislativas de 6 de outubro, Paulo Pisco, rejeita as acusações do PSD sobre a falta de informação dos portugueses relativa à possibilidade do voto presencial.

O deputado social-democrata, Carlos Gonçalves, apontou o dedo ao Governo pela escassa adesão a essa opção de voto. Na passada quarta-feira, em declarações à Rádio Latina, Carlos Gonçalves classificou até como “grave” a ausência de ações de sensibilização dos eleitores.

O cabeça de lista do PS, pelo círculo eleitoral da Europa, defendeu hoje que o “Governo foi incansável no esclarecimento sobre as alterações da lei eleitoral”.

No Luxemburgo apenas três eleitores optaram pelo voto presencial. Essa preferência foi manifestada até ao dia 6 de agosto, respeitando o prazo-limite de até 60 dias das eleições. A nível global, apenas 0,15% (2.242) dos cerca de 1,5 milhões de eleitores da diáspora optaram por se dirigir às urnas no dia das eleições.

Ao jornal Contacto, o Cônsul-Geral de Portugal no Luxemburgo, Gomes Samuel, revelou não ter promovido ações de sensibilização por não ter “indicação de Lisboa para o fazer”. Ora, o deputado Paulo Pisco disse hoje à Rádio Latina, que “se não houve” campanha de informação, promovida pelo Consulado, “devia ter havido”. O deputado socialista vai mais longe ao afirmar que “nenhum cônsul ou embaixador se pode esconder por detrás desse argumento quando a participação cívica é uma orientação permanente de todos os Governos”.

Os portugueses que vivem no estrangeiro podem votar presencialmente ou por correspondência nas eleições para a Assembleia da República, marcadas para o dia 6 de outubro.

Paulo Pisco está desde domingo no Luxemburgo para ações de campanha. A estada do deputado socialista termina esta segunda-feira, mas regressa ao Grão-Ducado já no próximo sábado para um debate, seguido de almoço, no restaurante Lisboa, na capital. O debate, sobordinado ao tema da Cultura, contará com a presença do secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro. A lista do PS pelo círculo da Europa é composta pelo cabeça de lista Paulo Pisco, por Nathalie de Oliveira, Ilídio Morgado e Sílvia Paradela.


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