Escolha as suas informações

Jean Asselborn pede à Rússia que liberte Alexei Navalny "imediatamente"
Luxemburgo 18.01.2021

Jean Asselborn pede à Rússia que liberte Alexei Navalny "imediatamente"

Jean Asselborn pede à Rússia que liberte Alexei Navalny "imediatamente"

Foto: Anouk Antony/Luxemburger Wort
Luxemburgo 18.01.2021

Jean Asselborn pede à Rússia que liberte Alexei Navalny "imediatamente"

Diana ALVES
Diana ALVES
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Jean Asselborn, reagiu nas últimas horas à detenção de Alexei Navalny pelas autoridades russas, em Moscovo.

Numa curta mensagem divulgada na rede social Twitter, o chefe da diplomacia luxemburguesa mostrou-se "profundamente preocupado" com a detenção do opositor russo na noite passada, ao regressar à capital russa. Na mesma mensagem, Asselborn pede às autoridades russas que libertem Alexei Navalny "imediatamente", acrescentando que os direitos do opositor russo "têm de ser respeitados". 

Segundo as agências de notícias, Navalny foi detido na noite de domingo ao chegar a Moscovo, sendo acusado de ter violado uma pena de prisão suspensa a que foi condenado em 2014

De acordo com um comunicado de imprensa dos serviços prisionais russos, citado pela agência Lusa, o opositor russo era procurado desde dezembro de 2020. Navalny, um dos principais opositores ao presidente russo, regressava ontem a Moscovo depois de ter estado cinco meses na Alemanha a recuperar de um alegado envenenamento com uma substância tóxica. Um envenenamento que, segundo o líder da oposição russa, foi ordenado pelo presidente russo, Vladimir Putin.  

(Com Lusa)

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas

O opositor russo Alexei Navalny, detido no seu regresso à Rússia no domingo, deve ser julgado na quarta-feira por difamação de um veterano da II Guerra Mundial, crime punível com multa ou prisão, anunciaram hoje os seus advogados.
Os serviços prisionais russos (FSIN) detiveram hoje o opositor russo Alexei Navalny à chegada a Moscovo, acusando-o de ter violado os termos de uma pena de prisão suspensa a que foi condenado em 2014.