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Imobiliário: Luxemburgo precisa de oito mil novas habitações por ano
Luxemburgo 29.03.2017

Imobiliário: Luxemburgo precisa de oito mil novas habitações por ano

Imobiliário: Luxemburgo precisa de oito mil novas habitações por ano

Foto: Shutterstock
Luxemburgo 29.03.2017

Imobiliário: Luxemburgo precisa de oito mil novas habitações por ano

O Luxemburgo precisa de entre 7.500 e 8.000 novas habitações por ano para resolver os problemas que o país enfrenta ao nível do mercado imobiliário, de acordo com o Observatório da Habitação.

O Luxemburgo precisa entre 7.500 e 8.000 novas habitações por ano para resolver os problemas que o país enfrenta ao nível do mercado imobiliário, de acordo com o Observatório da Habitação.

Face a esta procura são construídas no país cerca de 2.500 novas habitações por ano, segundo disse o ministro da tutela, Marc Hansen, numa recente entrevista ao Contacto.

Numa audição parlamentar, os especialistas do Observatório sublinharam o preço da habitação no Grão-Ducado tem aumentado em média cerca de 4,4% por ano desde 2010.

Em 2015/2016, os preços subiram 5,6%, devido essencialmente ao aumento do IVA em 2015, revelaram na audiência pedida pelo Partido Cristão Social (CSV).

Segundo o Observatório da Habitação, o forte crescimento demográfico dos últimos anos (cerca de 100 mil novos habitantes ao longo da última década), aliado ao crescimento económico estável, às baixas taxas de juro e às condições de crédito favoráveis são as principais razões da constante subida dos preços.

A oferta de alojamento insuficiente face à procura também ‘inflaciona’ os preços da habitação no país.

Um dos problemas que o setor enfrenta prende-se com as dificuldades em mobilizar terrenos para construir casas e apartamentos.

De acordo com o observatório, há cerca de 2.719 hectares de terrenos “teoricamente” disponíveis para construção. Cerca de 92% dessa superfície pertence a proprietários privados.

(Corrigido às 8h41 de 30/03/2017. Onde se lia "cerca de 100 mil novos habitantes por ano ao longo da última década" passou para "cerca de 100 mil novos habitantes ao longo da última década". Foi ainda acescentando o segundo parágrafo)

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