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Horesca quer testes covid-19 para todos os trabalhadores do setor
Luxemburgo 18.01.2021 Do nosso arquivo online

Horesca quer testes covid-19 para todos os trabalhadores do setor

Horesca quer testes covid-19 para todos os trabalhadores do setor

Foto: Anouk Antony/Luxemburger Wort
Luxemburgo 18.01.2021 Do nosso arquivo online

Horesca quer testes covid-19 para todos os trabalhadores do setor

Diana ALVES
Diana ALVES
Se tudo correr como previsto, cafés e restaurantes poderão reabrir no próximo dia 1 de fevereiro.

Para preparar a eventual reabertura destes estabelecimentos, a federação que representa o setor quer que este beneficie de uma campanha de testes de diagnóstico em larga escala.

De acordo com um comunicado divulgado após as últimas reuniões com diferentes membros do Governo, a Horesca pediu que o setor seja abrangido por uma campanha que teste todos os empregados de cafés e restaurantes, reivindicando também que os trabalhadores tenham acesso a testes rápidos de rastreio.

Com dois encerramentos obrigatórios impostos desde o início da pandemia, o setor continua a questionar-se sobre as razões que levaram o Governo a tomar essas decisões. A federação lamenta, por exemplo, que o investimento feito pelas empresas no selo de qualidade "safe to serve", aprovado pelo Ministério da Saúde para garantir a segurança de consumidores e empregados, não tenha sido suficiente para evitar o fecho dos estabelecimentos.

Segundo as explicações da ministra da Saúde, Paulette Lenert, aos representantes da Horesca, o vírus transmite-se sobretudo por aerossóis durante as interações sociais desprotegidas, incluindo pequenos ajuntamentos. Segundo Lenert a atividade comer e beber constitui, pela sua natureza própria, uma situação propícia à propagação do vírus, visto que é incompatível com o uso da máscara. Será portanto essa a razão pela qual as lojas estão abertas e os cafés e restaurantes permanecem fechados.


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Reivindicação pretende ajudar o setor a enfrentar a crise.

Quanto ao futuro, e segundo a ministra, as medidas restritivas parecem estar a surtir efeito, mas a prudência continua a impor-se, sobretudo face à evolução da variante britânica na Grande Região. Segundo Lenert, é importante analisar a situação ao longo dos próximos dias para poder tirar conclusões.  

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