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Horesca. “O inverno só está a começar e não se sabe o que será decidido a 15 de janeiro”
Luxemburgo 11.12.2020

Horesca. “O inverno só está a começar e não se sabe o que será decidido a 15 de janeiro”

Horesca. “O inverno só está a começar e não se sabe o que será decidido a 15 de janeiro”

Foto: Lex Kleren
Luxemburgo 11.12.2020

Horesca. “O inverno só está a começar e não se sabe o que será decidido a 15 de janeiro”

Diana ALVES
Diana ALVES
A federação que representa a Horesca lembra que os estabelecimentos podem continuar a propor os serviços de takeway ou entrega ao domicílio, mas alerta que cada empresa deve fazer bem as contas para perceber se se trata de uma alternativa rentável.

Avizinham-se tempos difíceis para o setor da horeca. Depois de se saber que cafés e restaurantes vão continuar fechados até 15 de janeiro, a federação que representa o setor, a Horesca, lançou um apelo às empresas para que avaliem as vantagens e desvantagens de manter estabelecimentos abertos para vendas para fora. Numa curta nota dirigida aos membros, a Horesca lembra que os estabelecimentos podem continuar a propor os serviços de takeway ou entrega ao domicílio, mas alerta que cada empresa deve fazer bem as contas para perceber se se trata de uma alternativa rentável.

A federação aproveita para destacar algumas das vantagens destes serviços, sublinhando que esta é uma forma de fidelizar os clientes e até de adquirir novos clientes. O organismo frisa também que os serviços de takeway ou entrega em casa vão ganhar cada vez mais importância, mesmo depois da pandemia, face à tendência de teletrabalho. Estas alternativas surgem agora como uma última esperança para um setor fustigado por dois longos períodos de portas fechadas devido à pandemia. 

A Horesca considera que esta poderá ser uma forma de “garantir uma margem de manobra” e pede às empresas que não esqueçam que “o inverno só está a começar e não se sabe o que será decidido a 15 de janeiro”.

As medidas restritivas de luta contra a pandemia, implementadas há duas semanas que que deveriam expirar a 15 de dezembro, foram prolongadas até 15 de janeiro. Por essa altura, cafés e restaurantes – entre outros estabelecimentos – terão estado fechados durante mais de sete semanas.  

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