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Horeca reivindica abertura imediata das esplanadas para preparar a abertura de 15 de março
Luxemburgo 26.02.2021

Horeca reivindica abertura imediata das esplanadas para preparar a abertura de 15 de março

Horeca reivindica abertura imediata das esplanadas para preparar a abertura de 15 de março

Lex Kleren
Luxemburgo 26.02.2021

Horeca reivindica abertura imediata das esplanadas para preparar a abertura de 15 de março

Susy MARTINS
Susy MARTINS
A horeca é sem dúvida um dos setores mais afetado pela crise sanitária. Cafés, bares, discotecas e restaurantes do Luxemburgo estão de portas fechadas há exatamente três meses, desde o dia 26 de novembro de 2020.

O encerramento destes estabelecimentos foi recentemente prolongado pelo Governo até ao dia 14 de março e a Federação Nacional dos proprietários de Hotéis, Restaurantes e Cafés do Grão-Ducado (HORESCA) vem hoje exercer pressão sobre o Executivo. A HORESCA exige a abertura imediata das esplanadas de cafés e restaurantes, para preparar a reabertura total destes comércios no dia 15 de março. 

A HORESCA constata, em comunicado, que o número de novas infeções está a aumentar no Luxemburgo, embora os estabelecimentos do setor estejam fechados há três meses. Um facto que a leva a concluir que a propagação do novo coronavírus não se deve aos cafés e restaurantes, defendendo que “não são a causa do problema, mas que poderiam ser parte da solução”.

A federação diz que as temperaturas primaveris dos últimos dias levaram muitas pessoas a juntarem-se na via pública para partilhar momentos de convívio na altura das refeições, sem que haja respeito pelas regras sanitárias.

Ora, após o primeiro confinamento a horeca pôs em prática medidas restritivas que permitem a partilha de uma refeição em segurança, lembra a federação, questionando “se não é melhor ter várias meses pequenas nas esplanadas, do que um agrupamento de pessoas no espaço público?”. Um argumento que utiliza para reivindicar a abertura imediata das esplanadas, exigindo também que volte a ser permitido o consumo de bebidas alcoólicas na via pública.

A HORESCA diz que tanto patrões como funcionários estão “fartos” desta situação, criticando a lentidão da campanha de vacinação no país que não permite ao setor antever melhores perspetivas.  

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