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Grupo de Apoio Psicológico da Proteção Civil com 230 intervenções em 2018

Grupo de Apoio Psicológico da Proteção Civil com 230 intervenções em 2018

Foto:Guy Jallay
Luxemburgo 13.02.2019

Grupo de Apoio Psicológico da Proteção Civil com 230 intervenções em 2018

O Grupo de Apoio Psicológico da Proteção Civil (GSP) foi chamado a intervir 230 vezes, em 2018 e o maior número de solicitações aconteceu durante o mês de janeiro, com 28 ocorrências.

Segundo o relatório anual do organismo, as terças e quartas-feiras são os dias da semana em que o Grupo de Apoio Psicológico é mais requisitado, sobretudo da parte de manhã, entre as 10h e as 11h.

Este grupo que faz parte do CGDIS desde julho 2018, é acionado em situações de emergência. Suicídio de um próximo, morte súbita, crime violento ou acidente de viação são alguns dos casos em que a psicologia de emergência intervém com maior frequência.

É também a este serviço, em colaboração com a polícia, a quem incumbe a tarefa de informar um familiar da morte de um próximo.

Note-se que na maioria dos casos, dois membros do Grupo de Apoio Psicológico intervêm no terreno, sendo que na média a duração de cada intervenção situa-se entre as três e as quatro horas.

Entre as várias intervenções registadas em 2018, a estrutura atuou após 31 casos de suicídio e preocupou-se com sete tentativas, e 29 acidentes rodoviários fatais. Ainda tiveram de intervir 12 vezes em escolas, sendo que duas mortes foram causadas por problemas de droga.

Susy Martins

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