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Greve de mulheres. Afrodescendentes reivindicam melhores salários no Luxemburgo
Luxemburgo 1 05.03.2020

Greve de mulheres. Afrodescendentes reivindicam melhores salários no Luxemburgo

Greve de mulheres. Afrodescendentes reivindicam melhores salários no Luxemburgo

Foto: Reuters
Luxemburgo 1 05.03.2020

Greve de mulheres. Afrodescendentes reivindicam melhores salários no Luxemburgo

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
O ponto alto da greve de mulheres vai ter lugar às 15h de sábado, com uma marcha entre a Place d'Armes e o centro cultural Rotondes, na capital.

Uma dezena de organizações sindicais, políticas e associativas organizam no sábado a primeira greve de mulheres no Luxemburgo, que decorre no âmbito do Dia Internacional da Mulher (8 de março).

Esta iniciativa, que visa reivindicar melhores condições salariais, melhor redistribuição do tempo familiar e maior reconhecimento das mulheres, vai ter o ponto alto no sábado, com uma marcha marcada para as 15h, entre a Place d'Armes e o centro cultural Rotondes, na capital.

A plataforma "Finkapé - rede de afrodescendentes no Luxemburgo" é uma das organizadoras do evento e reivindica melhores condições para as mulheres de origem africana, na sua maioria trabalhadoras com baixos salários, como explicou à Rádio Latina, Aldina Ganeto, dirigente desta organização.

Além do baixo salário, Aldina Ganeto aponta ainda a discriminação racial ou o acesso à habitação como outros dos problemas que afetam as mulheres de origem africana no Luxemburgo.

Aldina Ganeto, do Finkapé, uma das entidades que fazem parte da plataforma Dia Internacional da Mulher, que organiza esta greve, marcada para sábado.

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