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Governo quer evitar o isolamento das pessoas vulneráveis
Luxemburgo 30.10.2020 Do nosso arquivo online

Governo quer evitar o isolamento das pessoas vulneráveis

Governo quer evitar o isolamento das pessoas vulneráveis

Foto: AFP
Luxemburgo 30.10.2020 Do nosso arquivo online

Governo quer evitar o isolamento das pessoas vulneráveis

Susy MARTINS
Susy MARTINS
A saúde mental pode ser impactada pelo isolamento, considera o executivo.

Durante o confinamento na primavera, as estruturas para as pessoas vulneráveis, deficientes e idosas estiveram fechadas para evitar a propagação da covid-19 nos estabelecimentos. Certas pessoas estiveram isoladas durante semanas e famílias não puderam despedir-se dos seus ente-queridos que faleceram. Uma situação que o Governo e os membros das comissões parlamentares da Família e da Saúde não querem que se repita neste momento, em que o número de novas infeções é alarmante.

A ministra da Família, Corinne Cahen, e a ministra da Saúde, Paulette Lenert, repetiram várias vezes que é “preciso evitar o isolamento das pessoas vulneráveis”, uma vez que a saúde mental pode ser impactada pelo isolamento. Daí Corinne Cahen sublinhar que o Governo não tenciona fechar automaticamente todas as infraestruturas.

O maior partido da oposição, o Partido Cristão Social (CSV), propôs a elaboração de um plano de ação nacional, cujo objetivo seria introduzir diretivas claras e uniformes aos lares e estabelecimentos para pessoas vulneráveis, e assim regulamentar as visitas.

A ministra da Família confirmou que é sobretudo através das visitas que o vírus se espalha nos lares, acrescentando que atualmente 19 dos 52 lares existentes recensearam pelo menos um caso positivo de covid-19. No entanto frisa, que os estabelecimento são diferentes uns dos outros, uns são maiores e com mais salas, o que facilita as visitas, enquanto outros têm mais dificuldades em organizar as visitas dos familiares. Dados que dificultam a elaboração de um plano de ação uniforme, ou seja igual para todos.

A ministra da Saúde sublinhou que o mais importante é respeitar as regras de segurança e de higiene, tanto os familiares, como as pessoas que vivem nas estruturas.

A proposta do CSV, de medir a febre das pessoas à entrada dos estabelecimentos, também não foi retida por Paulette Lenert, uma vez que daria uma “sensação de falsa segurança”, uma vez que há muitos casos positivos, em que não há qualquer sintoma.  

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