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Governo não toma novas medidas. Vai esperar até segunda-feira
Luxemburgo 20.11.2020

Governo não toma novas medidas. Vai esperar até segunda-feira

 Foto: Anouk Antony

Governo não toma novas medidas. Vai esperar até segunda-feira

Foto: Anouk Antony
Foto: Anouk Antony
Luxemburgo 20.11.2020

Governo não toma novas medidas. Vai esperar até segunda-feira

Manuela PEREIRA
Manuela PEREIRA
O Governo vai aguardar o balanço epidemiológico desta semana para avançar, ou não, para medidas mais drásticas para combater a propagação do vírus no país.

Afinal, o Governo não vai avançar para já com novas medidas restritivas para conter a pandemia. Reunido esta manhã, em Conselho de Ministros, o executivo decidiu que “a decisão vai ser tomada na próxima segunda-feira”. Foi o que anunciou esta tarde, em conferência de imprensa, o primeiro-ministro, Xavier Bettel.

“O Governo mantém a posição manifestada na terça-feira”: a de aguardar o balanço epidemiológico desta semana para avançar, ou não, para medidas mais drásticas para combater a propagação do vírus no país. A intenção é fechar restaurantes, cafés, teatros e cinemas, mas também reduzir o número de convidados em casa, de 4 para 2, caso as novas infeções por covid-19 superem os 500 casos diários.

“O Luxemburgo soma hoje mais 519 novas infeções. O país não regista uma subida acentuada de novos casos, mas também não há uma queda”, sublinhou o líder do Governo, realçando que o Grão-Ducado “precisa de reduzir o número de infeções para poder aliviar o sistema nacional de saúde”.

Segundo o primeiro-ministro, “a situação nos hospitais é que tem sido a medição do pulso para tomar novas medidas. O Luxemburgo tem 100 camas nas unidades dos cuidados intensivos. Atualmente, 41 camas estão ocupadas por doentes com covid-19, mas essas camas também são necessárias para outros pacientes que não sofrem da doença” provocada pelo novo coronavírus.

O líder do executivo revela que “há hospitais que já cancelaram operações cirúrgicas e tratamentos não urgentes, mas não há uma anulação generalizada dessas intervenções”.

O Governo decidiu hoje um aumento de 2,8% do salário mínimo, a partir de 1 de janeiro de 2021. O Estado tenciona apoiar as empresas em dificuldades a suportar esse custo suplementar. O Rendimento de Inclusão Social (REVIS) também vai ser aumentado em 2,8%, a partir do próximo ano.  

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