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Governo e sindicatos estão outra vez reunidos
Luxemburgo 28.11.2014 Do nosso arquivo online
Esta tarde decorre nova ronda negocial

Governo e sindicatos estão outra vez reunidos

Esta tarde decorre nova ronda negocial

Governo e sindicatos estão outra vez reunidos

Pierre Matge
Luxemburgo 28.11.2014 Do nosso arquivo online
Esta tarde decorre nova ronda negocial

Governo e sindicatos estão outra vez reunidos

É a terceira ronda negocial entre governo e sindicatos, e em cima da mesa continua a discussão das propostas do executivo de Bettel para o Orçamento de Estado para 2015 que os sindicatos não aceitam. À entrada para a reunião os sindicatos diziam que esperavam ouvir as propostas do Governo.

É a terceira ronda negocial entre governo e sindicatos, e em cima da mesa continua a discussão das propostas do executivo de Bettel para o Orçamento de Estado para 2015 que os sindicatos não aceitam. À entrada para a reunião os sindicatos diziam que esperavam ouvir as propostas do Governo.

A primeira reunião decorreu na passada segunda-feira. O Governo chegou ao encontro com uma proposta na manga: adiar a introdução do imposto sobre todos os rendimentos, no valor de 0,5%, para 2016.

Os sindicatos tomaram nota da abertura do Governo para negociar a medida, mas não disseram “sim” ou “não”, uma vez que as reuniões vão continuar.

OGB-L, LCGB e CGFP são unânimes e denunciam as medidas de austeridade propostas pelo executivo no âmbito do projecto de lei sobre o Orçamento de Estado para 2015.

Medidas como o aumento do IVA, a introdução da contribuição de 0,5% e os cortes anunciados nos abonos e subsídios de família vão ter repercussões graves e negativas sobre o poder de compra dos trabalhadores, defendem. Os sindicatos denunciam também a falta de diálogo do Governo.


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Os três maiores sindicatos do país, OGBL, LCGB e CGFP reivindicam uma reunião tripartida para sentar à mesma mesa, Governo, patronato e sindicatos. Meados de julho é a data apontada para a realização desse encontro, uma vez que segundo os sindicatos não convém fazer essa reunião demasiado cedo, sendo preciso esperar um pouco para ver o impacto real da crise pandémica na vida das pessoas.